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A estrear a secção de entrevistas no eSports, os nossos primeiros convidados são Gonçalo Brandeiro founder & CEO da Apogee Gaming e Gonçalo Brandão mais conhecido como “” no mundo dos eSports. Esta entrevista pretende dar a conhecer mais a fundo o mundo dos eSports em Portugal, a evolução desta modalidade e como é gerir uma organização de eSports do ponto de vista directorial bem como, estar à conversa com o Troppez que se sagrou o Campeão Nacional no passado mês de Junho ao vencer na Moche XL eSports a Liga Portuguesa 1vs1 da FPF eSports, com um prizepool de 6 mil euros. A entrevista irá começar por falar com o Gonçalo Brandeiro CEO dos Apogee Gaming e de seguida, com o Gonçalo “Troppez” Brandão.
Bola na RedeOlá Gonçalo. Muito obrigado por ter chegado até nós para a realização desta entrevista. Como editor do espaço de eSports é um prazer ter-vos aqui e podermos falar de algo que nos apaixona a ambos. Antes de mais, perguntar o que o levou à criação da Apogee Gaming em Novembro do ano passado? Gonçalo Brandeiro: Olá Francisco. Sempre um prazer falar sobre esports e obrigado pela oportunidade. Foram vários os motivos que levaram à criação da Apogee. Estava insatisfeito com o pouco apoio que nós, managers, tínhamos no Estoril Praia. Via managers a dar dinheiro do próprio bolso para levar jogadores aos eventos. Para isso mais valia dar dinheiro para a minha própria marca, pensei eu. Fui convidado para ir para uma das maiores organizações de Portugal mas já não conseguia tirar a ideia de criar a minha organização da cabeça (algo que já tinha feito antes mas na vertente de criação de conteúdo). No final, o coração e o incentivo de uma pessoa especial e jogadores fizeram-me dar o passo.
BnR: Sabemos que o mundo dos eSports é sempre um mundo difícil de começar sobretudo em Portugal, o que vos motivou a apostar desde o início da multigaming no FIFA?
GB: Um motivo invulgar. Na altura estava muito ligado ao Rocket League que tinha muitos torneios diários na Gfinity, assim como o FIFA. Isso aliado ao facto de ser muito amigo do CEO dos Excel que competem no franchise da Gfinity levaram-me a escolher esses dois jogos, para eventualmente pôr portugueses a competir no franchise. Com a procura de jogadores, fui descobrindo a incrível comunidade de FIFA portuguesa e isso só me fez querer apostar mais no FIFA.
BnR: Gostava de antes de avançarmos, saber um pouco mais sobre a sua formação e de onde cresceu esse bichinho sobre os eSports?
GB: Desde os 15 anos (já tenho 25) que estou activamente ligado ao gaming quando comecei a fazer montagens para o Youtube. Fiz gestão de alguns clãs de criação de conteúdo para o Youtube com bastante sucesso, um deles o meu próprio. Apesar disso nunca tinha considerado como uma opção de carreira o gaming, até porque detestei programação de vídeojogos quando experimentei. Tive em 2 cursos e saí dos 2. Nada me preenchia. Não sabia o que fazer e voltei à criação de conteúdo e ao gaming. Experimentei também competir em Call of Duty com alguns amigos e, de repente tudo pareceu tão óbvio. Se eu adoro gerir equipas, como já o tinha feito, e se eu adoro gaming e desporto (esports) o meu futuro só pode passar por manager de esports. Finalmente considerei carreira em gaming. Finalmente descobri a minha vocação.
BnR: A multigaming teve início a Novembro de 2018 e logo ao início apostaram no FIFA e num jogador conhecido por toda a gente neste momento, o Tuga810. Mas existiram mais jogos a que a Apogee se inclinou em apostar?
GB: Criámos equipas no FIFA e no Rocket League ao início. Explorei literalmente todos os jogos que passaram pela minha cabeça. Tivemos também no Call of Duty a certa altura. O FIFA prevaleceu mas estamos atentos aos principais jogos. Prefiro ter menos jogos e conseguir dar mais apoio a esses do que ter os recursos espalhados.
BnR: Pegando naquilo que falei anteriormente, o Tuga810 foi dos vossos primeiros atletas inicialmente já viam o grande potencial que ele atingiu até este momento no mundo do FIFA?
GB: Todos os 4 atletas de FIFA que contratámos nesta época tinham esse potencial. Dois deles tiveram uma dedicação e ética de trabalho incriveís. Um é o melhor português actualmente a nível internacional (Diogo Pombo) e o outro é o campeão de Portugal (Gonçalo Brandão).

Fonte: Apogee Gaming
BnR: Foram-se expandindo para jogos como Rocket League e Call of Duty com atletas e equipas. Como foi essa aposta para vocês? E de que maneira decidiram enveredar por esses jogos?
GB: Foram jogos com os quais eu tinha uma relação já. Já conhecia e geria Rocket League no Estoril Praia, que foi a equipa que veio para a Apogee. E sempre estive muito ligado ao Call of Duty ao longo destes últimos 10 anos. Não me arrependo dessas apostas mas não correram como queria. O Rocket League desmoronou-se quando deixei de conseguir dar a minha atenção pessoal. O Call of Duty foi simplesmente porque os jogadores resolveram seguir caminhos diferentes.
BnR: Em 2018 chegaram com três atletas para a Christmas Cup da FPF eSports foi a primeira vossa aposta real no FIFA 1vs1?
GB: Foi o nosso primeiro grande sucesso no FIFA. Mas já na Lisboa Games Week tínhamos chegado com 2 jogadores aos quartos-de-final.
BnR: 22 de Janeiro de 2019 deve recordar-se desta data. Anuncia a contratação do Troppez para o FIFA dos Apogee o que viu no Gonçalo para realizar esta forte aposta que viria a trazer frutos num futuro muito breve?
GB: Principalmente vi uma pessoa espectacular que adoraria ter comigo. Senti que ia acrescentar ao bom ambiente que gosto de ter nas equipas! O potencial estava lá mas não foi o factor decisivo.
BnR: A que momento, o Tuga810 deixou a vossa multigaming? E seria engraçado para os nossos leitores saber como acontecem estas tais negociações também no eSports será possível fornecer alguns detalhes que não sejam confidenciais?
GB: Gosto deste género de perguntas. É interessante o que se passa nos bastidores e às vezes gostava que houvesse mais à vontade para revelar estas coisas. Foi na véspera dos qualificadores para a FUT Cup de Singapura. Apesar de nos representar, não tinhamos contrato assinado ainda, um erro que não volto a repetir, mas em parte devido à condição de militar do Diogo que implicou várias alterações ao contrato standard. Tinhamos condições acordadas mas com as qualificações internacionais começámos a rever e negociar novamente. Inevitavelmente surgiram propostas elevadas e como éramos uma organização nova ele não acreditou que conseguissemos igualar. Colocou-se Free Agent para ver que propostas surgiam antes de decidir mas sempre com muito respeito e a representar-nos com muito amor à camisola até ao fim. De facto não consegui igualar, mas, graças a um investidor, consegui fazer uma proposta ligeiramente inferior a ganhar 350€ mensais e mais umas cláusulas interessantes que podiam trazer-lhe um bom retorno financeiro. Apesar de inferior, ele tinha vontade de continuar connosco e já tínhamos contrato pronto, faltando apenas marcar data para assinar. Mas os Offset fizeram uma contra-proposta elevada e nós já estávamos no limite do que conseguíamos oferecer. E agora estou no limite do que posso revelar mantendo o respeito pela confidencialidade.
BnR: Até ao momento, os Apogee tem estado em vários eventos um pouco por toda a época de eSports como tem sido esse acompanhamento por parte do Gonçalo e de toda a multigaming? Presencial? Ou nem sempre é possível?
GB: 100% presencial sempre que os nossos jogadores estiveram em representação da Apogee. Faço questão, é essencial eles sentirem o nosso apoio.
BnR: Depois da boa prestação do Troppez no torneio de Madrid chega o momento esperado a Moche XL eSports. Foram para este torneio com dois atletas quais eram as expectativas iniciais? Vencer já era um objectivo real para os Apogee?
GB: Tinha o feeling que íamos ganhar antes do torneio sequer começar, até comentei com algumas pessoas. Não disse nada aos jogadores para não criar pressão. Sabiamos que era difícil, há tanta qualidade em Portugal, mas tinha muita confiança nos meus atletas. O Vasco só se deu bem no formato H2H esta época. O Troppez está num grande momento em Ultimate Team e tornou o meu feeling real!

Fonte: Apogee Gaming
BnR: Foram-se seguindo as eliminatórias e a realidade é que o Troppez fez uma prova excecional e conseguiu arrecadar os 6 mil euros, bem como, ser o Campeão Nacional da FPF eSports. Qual a sua sensação enquanto CEO de ver uma aposta vossa dar frutos tão cedo? O vosso apoio foi fundamental para o sucesso dele também?
GB: É verdade que logo na época de estreia tivemos inúmeros sucessos. Primeiro com o Tuga810 e o Vasco e, no final, com o Troppez. Quem não acompanhe de perto pode até pensar que foi demasiado fácil. Tive um pouco de sorte mas acho que o sucesso veio do grande apoio próximo que demos ao longo da época e, principalmente, da dedicação dos atletas. Para mim, é inacreditável pensar que vamos ficar para sempre na história como os primeiros campeões da Liga Portuguesa de 1v1. Agora é lutar para manter o nível elevado e chegar aos palcos internacionais.
BnR: O que falou com o Troppez logo após a vitória?
GB: “Pagas a garrafa na saída.” (risos)

Fonte: Apogee Gaming
BnR: O que se segue para os Apogee Gaming num futuro próximo? A aposta continuará a passar pelo FIFA?
GB: Principalmente FIFA, sim, mas com vontade de expandir para os jogos principais, no que toca a esports. Temos também novidades fora de competição que espero revelar em breve.
BnR: Enquanto CEO dos Apogee Gaming há alguma novidade exclusiva que possamos obter nesta entrevista? (risos)
GB: (risos) Agora que penso sobre isto, esta é a primeira entrevista que dou. Isso merece um exclusivo! Temos várias novidades para breve mas… revelo já que estamos a construir um pequeno estúdio de criação de conteúdo, com todas as condições que os jogadores precisam para streamar. Por isso esperem alguns streams no estúdio com os nosso atletas, e talvez até o CEO. (risos)
BnR: Terminamos então esta parte da entrevista com o Gonçalo Brandeiro CEO dos Apogee Gaming e vamos entrevistar a estrela o “Troppez”. (risos) Muito obrigado pela sua disponibilidade e vontade em realizar esta entrevista, espero que possa voltar a acontecer novamente num futuro próximo. Resta-me desejar as maiores felicidades para os Apogee Gaming e viva aos eSports!
GB: Obrigado eu pela vossa vontade e atenção. Voltará a acontecer em breve certamente com mais triunfos! Quero deixar também um grande obrigado a todos os que nos apoiam continuamente. Temos apoiantes incríveis. Obrigado!
Bola na RedeOlá Gonçalo. Muito obrigado por ter chegado até nós para a realização desta entrevista. Antes de mais, perguntar em que momento jogar FIFA começou a ser mais um eSports do que apenas jogar? Troppez: Olá! Obrigado eu pela disponibilidade. Desde muito cedo comecei a jogar FIFA a partir do momento em que me foi oferecida a minha primeira Playstation. Sempre fui jogando por diversão, mas cheguei a um certo ponto em que evoluí de tal forma que comecei a pensar levar isto mais a sério e inscrevi-me em torneios. Nos últimos dois anos, comecei a ver isto como um eSport, mas sendo parte ativa sobretudo neste último ano.
BnR: Fala-nos um pouco da tua paixão por jogar FIFA e em que FIFA começaste a jogar?
T: Comecei por jogar Playstation com os meus 7 anos, e logo com o FIFA. Futebol sempre foi algo que me apaixonou e me tem acompanhado com o passar dos anos, logo a minha vocação para este jogo é natural, assim como acontece com milhares de crianças hoje em dia. Comecei a jogar desde o FIFA07, e já aí brincava às fintinhas com o Ronaldinho no Barcelona. (risos)
BnR: Para além, do modo Ultimate Team e do 1vs1 também joga Pro Clubs segundo as informações que recolhi. De que maneira esse modo de jogo, o ajudou competitivamente? Ou não teve influência de todo?
T: Sim, é verdade. Já jogo Pro Clubs há cerca de 2 anos e considero-o um modo de jogo fundamental no meu desenvolvimento uma vez que incute melhor o futebol real e o jogo em equipa, e sendo eu um jogador que parte mais para a finta, agora tenho-me controlado mais um pouco. (risos)

BnR: No início do ano, os Apogee Gaming anunciam a sua contratação. Como se realizaram estas “negociações” e de que maneira o Troppez viu esta oportunidade?
T: Tudo decorreu no Christmas Challenge, competição na qual cheguei aos oitavos de final. Já tinha sido previamente abordado pelo Gonçalo, mas desta vez a proposta foi concreta. Desde esse momento meti na cabeça que o meu futuro passaria pela Apogee e parece que tomei a decisão acertada.
BnR: Constantemente melhora a sua forma no chamado FUT Champions e chega a vários Top 100 na PS4. De que maneira chegou a esta boa forma e o seu treino era diário?
T: A boa forma, naturalmente, atinge-se com o treino. Desde cedo neste FIFA me dediquei a ser melhor de dia para dia e os resultados não tardaram em surgir. Sinto que consegui atingir a consistência que me faltava noutros FIFA’s e chegar assim a outro patamar. Pode-se dizer que o meu treino era diário, apesar de depender muito da minha vontade no momento.

Fonte: Twitter Gonçalo “Troppez” Brandão
BnR: Em média quanto tempo treinou na ida para a Moche XL eSports? Os vários qualificadores que realizou ajudaram-no a chegar a essa forma desejada?
T: Esta pergunta é algo curiosa. Por estranho que pareça, a minha preparação para a Moche XL eSports foi curta. Calhou numa altura em que estava atarefado com exames da faculdade e, portanto, tive de dividir o foco. Creio que fiz apenas uns jogos no dia anterior ao evento. Os qualificadores foram sem dúvida um boost de experiência, apesar de ter participado em menos de metade daqueles que devia e tinha acesso.
BnR: Representou o Vitória SC no Pro Clubs da PS4 como foi a época para vocês? E como foi representar um clube como o Vitória Sport Clube?
T: Foi uma época com um misto de emoções. Começámos por perder o nosso treinador no início da época para outro clube e causou alguma instabilidade, tendo eu que assumir o cargo juntamente com mais duas pessoas. Tínhamos desde sempre o objetivo de chegar aos playoffs e acabámos a apenas 3 pontos de o alcançar. Tão longe, mas tão perto. Foi uma experiência incrível onde conheci boas pessoas. Representar um clube desta dimensão e com a massa adepta do Vitória é sempre um privilégio, tenho o máximo respeito pela instituição.
BnR: Antes da Moche XL eSports esteve também em Madrid a representar os Apogee Gaming o que achou da experiência desse torneio fora de portas?
T: Honestamente, foi a minha melhor experiência durante este ano. Disputar um torneio fora de portas, mesmo sendo perto de Portugal, tem sempre um significado especial. Apesar de ter ficado a um pequeno detalhe de chegar à grande final, e ter ficado um pouco desmotivado na altura, valeu pelo espírito competitivo e pelo convívio entre os jogadores. Momentos muito bem passados.

BnR: Chega a Moche XL eSports podemos afirmar como um outsider nesta competição. Isso foi bom para si tirando alguma da pressão que podia estar naqueles que eram favoritos para vencer a competição?
T: Algo que me acompanha e que me é característico em todos os torneios presenciais é o nervosismo e a ansiedade. Não sentia a pressão que os “favoritos” sentiam, mas ela estava presente. A verdade é que, a partir do momento em que saio da fase de grupos em 1º lugar, tendo o objetivo cumprido na minha cabeça, essa pressão deixou de existir e fiquei cada vez mais confiante, tanto que cheguei à final 100% tranquilo e sem nervosismos. Pode ter sido um fator que funcionou a meu favor.
BnR: Faz uma prova incrível. Derrota somosnos nos oitavos de final, segue-se Rafamonteiro09 do Marítimo eSports e ainda JOliveira10 nas meias finais. Qual a sensação de ir derrotando estes jogadores um a um? E o que tem a dizer destas eliminatórias?
T: É uma sensação incrível, sobretudo quando as odds não estavam a meu favor. Senti naquele momento um crescendo de confiança e o sonho cada vez mais próximo de jogo para jogo. Foram eliminatórias renhidas, todas elas, decididas por 1 ou 2 golos de diferença, nas quais estive inúmeras vezes em desvantagem e me vi obrigado a conseguir o comeback, felizmente sorriu para mim.
BnR: Chega à grande final! E é irónico, porque enfrenta um ex-atleta dos Apogee Gaming, o Tuga810. O actual número 9 do mundo do ranking de FIFA. A realidade é que a pressão não o afectou e vence os dois jogos e conquista o trófeu de forma categórica! Qual o sentimento de vencer esta competição e ser o campeão nacional em título?
T: Ter sido campeão nacional, sobretudo por ter sido no meu ano de estreia como jogador profissional, foi algo indescritível e muito gratificante. Cheguei como um desconhecido e saí vencedor, contra todas as expetativas, incluindo as minhas próprias. Ainda neste momento não consigo perceber a dimensão disto. É algo que me vai acompanhar durante muitos anos e espero não me ficar por aqui.
BnR: Que papel teve a Apogee nesta sua conquista e o que tem a dizer de ser atleta deles até ao momento?
T: A Apogee teve um papel fundamental nesta conquista e em todo o meu percurso ao longo do ano. O apoio prestado e as condições que me providenciaram fizeram de mim um jogador mais confiante e motivado. Só tenho coisas boas para dizer acerca desta organização e das pessoas que dela fazem parte.
BnR: De que maneira esta conquista tão importante mudou a sua vida?
T: Esta conquista, sem dúvida, mudou imensos aspetos na minha vida. Tenho um estatuto que me persegue e já nem sequer me chamam pelo meu nome na rua. (risos) Uma das mudanças foi, também, a perceção dos meus pais sobre este desporto, que para eles não passava de uma brincadeira. A partir deste momento, tenho de ajustar a minha vida ao FIFA e não o FIFA à minha vida. Vai ser um desafio interessante.

BnR: O que se segue para o futuro do Troppez no mundo do FIFA eSports? Há um título para defender calculo… E no Pro Clubs há alguma novidade que possamos ter aqui em exclusivo? (risos)
T: Os meus planos para o futuro passam por manter a minha forma a nível nacional, com espaço para melhorias, e conseguir qualificar-me para os palcos internacionais, algo que procuro há algum tempo, mas que agora considero ser uma ambição realista. Quanto ao Pro Clubs, não há nada que possa adiantar mais do que àquilo que já foi revelado, mas não vou estar parado. (risos)
BnR: Felicita-lo por esta conquista também e salientar a sua importância. Muito obrigado pelo seu tempo Gonçalo. E espero que tenha gostado de estar na nossa companhia. É sempre importante entrevistar os protagonistas e ter aqui um campeão nacional, não é para todos. (risos) Resta-me desejar as maiores felicidades e que possamos voltar a estar à conversa num futuro próximo! Um abraço!
T: Muito obrigado! Foi um prazer estar à conversa convosco e trazer um pouco deste mundo para os vossos leitores. Desejo-vos muito sucesso nesta secção que estão a estrear e que considero ter imenso potencial. Espero uma nova conversa num futuro próximo, seria bom sinal! Um abraço!
Foto de Capa: FPF eSports










