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Álvaro Arbeloa

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Opinião

Xabi Alonso, Álvaro Arbeloa e o perfil específico do treinador do Real Madrid

De todos os clubes do mundo, o Real Madrid é o mais mundial dos clubes. Poucos outros emblemas apresentam a dimensão e a grandeza dos merengues no panorama internacional, exponenciada nos últimos anos com o acentuar do estatuto na Champions League. Também na sua grandeza, há no Real Madrid um fator distintivo. São inúmeros os craques mundiais que passaram pelos merengues algures na sua carreira. Ora, só no século XXI, Ronaldo Nazário, Zinedine Zidane e Cristiano Ronaldo já andaram pela capital espanhola. Os Galáticos, essa memória distante do início do milénio, juntaram os dois primeiros desta lista a Luís Figo, David Beckam e tantas outras estrelas.

Diogo Ribeiro · 6 min de leitura
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Opinião

À atenção do Benfica: como joga o novo Real Madrid de Álvaro Arbeloa?

Há, no jogo do Real Madrid, um mundo de distâncias entre a primeira e a segunda versão que se apresentaram diante do Benfica. Não de intenções, necessariamente, mas de consequências aplicadas em campo. O trabalho de Álvaro Arbeloa não é de autor, mas empreendeu, em menos de um mês, mudanças significativas na estrutura do Real Madrid. Entre regressos de lesões e intenções táticas, há diferenças claras na versão merengue que perdeu na Luz por 4-2, num dos mais épicos jogos desta edição da Champions League, e naquela que, com um golo de Vinícius Júnior esfumado pelos piores motivos, ganhou uma vantagem valiosa na eliminatória.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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Benfica

O rei ferido volta à Luz | Benfica x Real Madrid

Vinte dias depois de um dos jogos mais caóticos e memoráveis desta fase europeia, a Luz volta a receber Benfica e Real Madrid. O Benfica chega embalado pela crença que o “impossível” não mora em Lisboa, sobretudo depois do 4-2 na fase de liga. Do lado encarnado, a mão de José Mourinho promete um Benfica competitivo, de bloco junto e decisões rápidas, não necessariamente para mandar no jogo, mas para controlar onde ele se joga. O Benfica (a partir do 4-2-3-1) vai querer duas coisas que parecem incompatíveis, mas não são: ser compacto sem abdicar de morder quando o Real dá sinais de fragilidade. A chave está no quando. Pressionar alto “porque sim” contra Mbappé e Vinícius é pedir para ser castigado; mas baixar sempre também é pedir para defender 90 minutos.

Samuel Pinho · 3 min de leitura
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