Publicidade

Tema

Braga

2.644 artigos

Top BnR

As 5 melhores contratações do futebol nacional em 2025

Com o fim da primeira volta do campeonato à vista, o valor real dos novos jogadores de cada plantel torna-se cada vez mais claro. Por entre alguns flops, que acabam por ser inevitáveis, houve também contratações que se destacaram pela positiva, entrando no futebol português com o pé direito. Aproveitamos o fim do ano civil para salientar as melhores aquisições feitas por clubes portugueses durante 2025. Sem olhar a cedências por empréstimo, damos destaque aos melhores negócios do último defeso, listando os jogadores que causaram impacto imediato nos clubes que neles apostaram.

João Pedro Santos · 4 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

A mobilidade do Braga que criou problemas ao Benfica e a importância de Georgiy Sudakov e Fredrik Aursnes na reação das águias

Braga e Benfica protagonizaram um dos jogos mais emocionantes desta temporada na Primeira Liga. As duas equipas empataram a duas bolas, no Estádio Municipal de Braga, num encontro de emoções fortes, a contar para a 16.ª jornada do campeonato. No plano tático, José Mourinho voltou a contar com Leandro Barreiro e lançou o médio luxemburguês no onze inicial depois de dois jogos de ausência por lesão. Tendo em conta o modelo de jogo recente adotado pelo técnico do Benfica, muito por força da ausência de jogadores com um perfil mais desequilibrador, a equipa encarnada passou a privilegiar o processo ofensivo com muitos jogadores pelo corredor central. Aursnes, Sudakov e Leandro Barreiro surgiam próximos, apoiados ainda por Enzo Barrenechea e Richard Ríos. Perante esta concentração de jogadores numa zona tão nevrálgica e importante para a equipa do Braga, Carlos Vicens voltou a recorrer a várias das dinâmicas já utilizadas frente ao FC Porto, tanto na estrutura da equipa como nas escolhas para o onze inicial. Pau Víctor foi novamente titular e teve um papel fundamental. Os primeiros 30 minutos do Braga foram de clara imposição sobre o Benfica, com a equipa minhota instalada em grande parte no meio-campo adversário. Tal como no Estádio do Dragão, Pau Víctor assumiu um papel híbrido, descendo frequentemente no terreno para reforçar o corredor central e funcionar como um quarto ou quinto médio na saída desde trás. Este posicionamento não só criou superioridades num espaço-chave do jogo, como também levantou dúvidas nas referências defensivas do Benfica. Se Otamendi acabasse por ser atraído, o Braga encontrava espaço para explorar a profundidade, através de bolas longas para possíveis ataques ao espaço de Ricardo Horta ou Leonardo Lelo.

Rodrigo Lima · 7 min de leitura
Ler a crónica