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Europa League

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Tribuna VIP

O pior jogo da era de Francesco Farioli no FC Porto e Carlos Vicens começa a mostrar traços do futebol de Guardiola

As prestações das duas equipas portuguesas, FC Porto e Braga, nos jogos desta semana da Liga Europa, foram completamente antagónicas. O Sporting de Braga, em crescendo, garantiu a terceira vitória em três jogos, ocupando o segundo lugar na tabela classificativa. Já o FC Porto perdeu pela primeira vez, esta temporada, não mostrando capacidade perante um Nottingham Forest que não vencia há dez jogos. Os dragões desceram para o 15.º lugar. Esmiuçando o trabalho dos dois conjuntos representativos do futebol português nesta competição, começamos pelo FC Porto que apresentou em campo o 4x3x3 habitual, mas com um meio-campo mais robusto com a inclusão do Pablo Rosario em vez do Gabri Veiga.

Redação BnR · 2 min de leitura
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Braga

Guerreiros com um início de sonho na Europa League | Braga 2-0 Estrela Vermelha

O Braga entrou para este jogo com um só objetivo em mente, ganhar. Os bracarenses procuravam a terceira vitória consecutiva e a perpetuação das boas exibições nas competições europeias, contrariamente ao que têm vindo a fazer no campeonato português. O Braga apresentou-se da sua forma normal: Hornicek na baliza; Victor Gómez, Lagerbielke e Arrey-Mbi a completar o trio da defesa; Nas alas Gabriel Martinez e Leonardo Lelo, no meio-campo Gorby e João Moutinho; por fim o trio de ataque composto por Zalazar, Fran Navarro e o capitão Ricardo Horta.

Martim Madeira · 2 min de leitura
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FC Porto

O espelho rachado de Farioli | Nottingham Forest 2-0 FC Porto

Em Nottingham, o FC Porto de Francesco Farioli não perdeu apenas um jogo de futebol — perdeu uma imagem. A de uma equipa que, até há bem pouco tempo, parecia ter descoberto um equilíbrio entre estética e eficácia, mas que, frente a um adversário de identidade clara e músculo inglês, se desfez na sua própria rigidez. A derrota por 2-0 diante do Nottingham Forest, ditada por duas grandes penalidades, não foi apenas fruto do acaso ou de erros individuais. Foi o reflexo de uma estrutura que começa a mostrar fissuras e de um modelo que, de tão bem desenhado, se tornou previsível. Nottingham não foi maldição: foi lógica. E a lógica, por vezes, é cruel.

Raul Saraiva · 6 min de leitura
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