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Francisco Trincão

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Entrevista BnR
Entrevista BnR

Diogo Brito em exclusivo ao Bola na Rede Na Indonésia o futebol é quase uma religião

Do ouro de Viana ao futebol indonésio, Diogo Brito tem vindo a traçar um percurso singular no futebol. Entre memórias ao lado de nomes como Pedro Neto e Francisco Trincão e a afirmação no Persijap Jepara, o defesa-central português fala sobre a sua caminhada e os desafios de jogar do outro lado do mundo.

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Sporting

Leão testa série positiva dos açorianos | Sporting x Santa Clara

Após uma eliminatória histórica na UEFA Champions League frente ao Bodo/Glimt (5-3), com uma “remontada” que será muito relembrada (5-0 em Alvalade) e um retorno às vitórias na Liga Portuguesa em Alverca (4-1), o Sporting busca manter-se na senda dos triunfos. Estando sete pontos atrás dos atuais líderes (FC Porto), já não dependendo de si próprio para chegar ao título e apesar de ainda ter um jogo em atraso que poderá reduzir a desvantagem, o Sporting terá de ser regular em vitórias até ao fim para ainda ter uma chance de chegar ao almejado terceiro tricampeonato da sua história (o último fora em 1953). O Santa Clara é o primeiro adversário caseiro dos cinco que os verde e brancos ainda vão ter até ao fim (Benfica, CD Tondela, Vitória SC e Gil Vicente), além das três deslocações (Amadora, Vila das Aves e Vila do Conde). A perda de pontos é proibida e para tal, o Sporting terá de procurar um desfecho diferente do ocorrido na época passada, quando a equipa perdeu por 0-1 frente aos açorianos, ainda com João Pereira no comando da equipa. Nesta época, o Sporting já foi vencer por duas vezes ao terreno do Santa Clara, embora com exibições algo apertadas apesar de mais dominadoras e ambas marcadas por lances polémicos de arbitragem.

Jorge Afonso · 5 min de leitura
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Opinião

A eficácia lusa em Atlanta | Estados Unidos 0-2 Portugal

A deslocação de Portugal aos Estados Unidos terminou com um triunfo que, sendo confortável no marcador, pouco esclarece em relação ao verdadeiro momento da equipa orientada por Roberto Martínez. A pouco mais de dois meses do Mundial, esperava-se uma seleção mais próxima daquilo que pretende ser em competição, mas o que se viu, sobretudo na primeira parte, ficou aquém desse cenário. Os primeiros 45 minutos foram reveladores de várias fragilidades. Desde logo, na construção, onde Portugal mostrou dificuldades em sair a jogar com critério. Gonçalo Inácio esteve longe da segurança habitual, acumulando decisões precipitadas e execuções pouco eficazes. A equipa tornava-se previsível, incapaz de ligar setores com consistência, e isso refletiu-se num ataque posicional praticamente inofensivo.

Samuel Pinho · 2 min de leitura
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