O Benfica vai a eleições no próximo sábado e esta quinta-feira realizou-se o debate com todos os candidatos. Quem ganhou o debate?
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O dia 25 de outubro será um dia importante na vida do Sport Lisboa e Benfica. Um dia que marcará a primeira parte de uma resposta que sairá no fim: a continuidade ou a mudança? No universo do clube encarnado, uma das dimensões que carregam um enorme simbolismo é o ato eleitoral. Mais do que uma simples formalidade presente em estatutos, as eleições encarnadas são um espelho do pulsar do clube, uma demonstração intacta da sua identidade associativa e da vitalidade democrática que, desde sempre, marca a identidade do clube no panorama desportivo nacional. Em cada sufrágio, o Benfica mede-se a si próprio: entre passado, presente e futuro, tradição e mudança, estabilidade e renovação, conservação ou rutura. É um momento de balanço e de projeção, onde cada voto (desigual) representa uma visão para o destino de uma das grandes instituições desportivas portuguesas e mundiais.
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Empresário e gestor, Martim Mayer entra na corrida à presidência do Benfica com o lema «Benfica no Sangue», defendendo uma liderança baseada em decência, competência e paixão. Neto de Duarte Borges Coutinho, histórico presidente do clube entre 1969 e 1977, o candidato apresenta-se como o rosto de uma geração que quer modernizar o clube. Aos 51 anos, Martim Mayer é sócio número 5206 e tem um percurso sólido nas áreas financeira e industrial. Começou a trabalhar aos 17 anos, enquanto ainda estudava na Universidade Católica Portuguesa. Passou pela Bolsa de Lisboa e, mais tarde, por grandes bancos nacionais, antes de fundar a sua própria sociedade de gestão de ativos, regulada pelo Banco de Portugal e pela CMVM. Depois de vender essa empresa em 2012, entrou na indústria automóvel, onde liderou a recuperação de uma fábrica em dificuldades, sem despedir nenhum trabalhador. Sob a sua direção o grupo cresceu, apostando na inovação e na transição energética, produzindo peças para marcas como a BMW e a Volkswagen.
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O Benfica vai a eleições no próximo sábado e esta quinta-feira realizou-se o debate com todos os candidatos. Quem ganhou o debate?
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Outubro chegou, e com ele o mês da verdade. É o momento em que o Sport Lisboa e Benfica volta a olhar-se ao espelho. E a pergunta é inevitável: o que é hoje o Benfica, e quem o quer liderar? As eleições de 2025 trouxeram de volta o debate, as paixões e, sobretudo, o interesse dos sócios. Durante meses, as televisões e as redes sociais respiraram Benfica. E, convenhamos, já não era sem tempo. Entre os candidatos, João Diogo Manteigas surgiu como a primeira surpresa. Jovem, determinado e com um discurso que apela à regeneração, representa uma nova geração que exige mais transparência, mais rigor e menos conveniências. Não traz consigo o peso de décadas de bastidores, e talvez seja precisamente isso o que o torna relevante. A sua candidatura não tem a estrutura das máquinas tradicionais, mas tem convicção. E, no Benfica, a convicção é uma das poucas coisas que ainda não se compra.
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É preciso colocar a racionalidade e a visão acima de uma vontade sentimental
Martim Mayer assumiu que gostaria de voltar a contar com João Félix no plantel do Benfica, mas a proposta não será feita em breve.
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Adidas devia ser acionista da SAD do Benfica e farei o máximo para isso acontecer
Martim Mayer, candidato às eleições do Benfica, defendeu a entrada da Adidas como acionista da SAD e admitiu a possibilidade de vender o nome do Estádio da Luz.