O Braga recebeu e bateu o Rio Ave num encontro relativo à 21.ª jornada da Primeira Liga. Estes foram os elementos que mais se destacaram na partida.
Braga
Tema
241 artigos
Braga
Opinião
Há jogos que se decidem com controlo, outros com inspiração, mas o Dérbi do Minho acabou por ser decidido na eficácia. Depois da polémica à entrada para a Pedreira, ambas as equipas entraram no encontro para vencer e jogar bom futebol. Um Braga confiante e um Vitória SC atrevido resultaram num jogo eletrizante e muito bem disputado desde o primeiro ao último minuto. A formação de Luís Pinto entrou sem medo de pressionar alto e foi colhendo alguns frutos, mas a competência do trio atacante dos gverreiros acabou por falar mais alto. Os vimaranenses voltaram a demonstrar a capacidade de se bater frente-a-frente com o top quatro da Primeira Liga, apesar de não ter os mesmos recursos. Um dos fatores determinantes para o ritmo de jogo ser tão elevado foi claramente as variações do Vitória SC entre uma pressão alta e um bloco mais compacto (mantendo a linha defensiva relativamente subida). Procuraram pressionar os defesas-centrais mais abertos do Braga (Arrey-Mbi e Barisic), procurando manter as marcações apertadas na zona central de forma a forçar passes de maior distância. Esta abordagem foi bem escolhida para este jogo pois nenhum dos três elementos do eixo defensivo bracarense é particularmente dotado na amplitude de passe. O problema, como tem sido para muitas equipas, encontrou-se nas movimentações do trio ofensivo Horta-Pau Víctor-Zalazar, que dificultou as já exigentes marcações numa estratégia tão corajosa.
Braga
Braga
Opinião
Um mês depois da derrota embaraçosa na Taça de Portugal diante do Fafe, António Salvador proferiu as palavras «Começa a época a partir de hoje para as competições que temos». Foram declarações arrasadoras que refletiam uma inconsistência muito visível dentro das quatro linhas no início da temporada. A verdade é que a recente forma minhota tem dado muita razão ao presidente. O Braga dominou o Rio Ave durante 90 minutos, logo depois de uma exímia goleada ao AVS SAD. Não sendo os adversários mais difíceis do calendário, a turma de Carlos Vicens soube aproveitar as oportunidades para ganhar confiança e, mais importante, estabelecer uma tão necessária identidade. Carlos Vicens trouxe uma filosofia de jogo totalmente nova para o clube, baseada numa ideia de confortabilidade com bola mas muito capaz em transições, com muita liberdade posicional no último terço. São conceitos ambiciosos, mas que encaixam perfeitamente com a qualidade e profundidade do plantel do Braga. Esta experiência trata-se de uma novidade não só para os bracarenses, como também para o próprio técnico espanhol, visto que é a sua primeira oportunidade como treinador principal de uma equipa deste nível. Antes de chegar a Portugal, foi adjunto de Pep Guardiola no Manchester City e treinou vários escalões de formação na academia dos cityzens.
Braga
O Braga recebeu e bateu o Rio Ave num encontro relativo à 21.ª jornada da Primeira Liga. Estes foram os elementos que mais se destacaram na partida.
Braga
Braga
Taça da Liga Portuguesa
Numa edição inédita do derby minhoto na discussão de um título doméstico, Vitória SC e Braga defrontam-se na final da Taça da Liga no próximo sábado no Estádio Municipal de Leiria, num duelo que se espera eletrizante e carregado de simbolismo. Devo confessar que me cria uma particular ilusão que esta edição da Taça da Liga se decida entre estes dois clubes que ao longo dos anos protagonizaram uma rivalidade histórica no panorama nacional, e cujas massas associativas vivem o futebol de uma forma muito apaixonada e intensa. Estes dois emblemas e os seus adeptos já mereciam viver uma final desta importância e envergadura, estando convicto de que o povo minhoto irá trazer um colorido ainda mais especial às bancadas. Depois de vimaranenses (com uma recuperação de contornos épicos) e bracarenses terem contrariado o favoritismo de Sporting e Benfica respetivamente, existem vários jogadores dentro de ambas as equipas que podem decidir esta final memorável.
Benfica
Benfica
Tenho para mim que Benfica e Braga querem coisas completamente diferentes do jogo, e por isso mesmo, voltam-se a enfrentar semana e meia depois. É mesmo verdade, os opostos atraem-se. Neste caso, atraem-se tanto figurativamente, como literalmente, dentro de campo. O carrossel minhoto e a pressão homem a homem do Benfica desenham um belo de um jogo à la gato e rato. Recuando a cassete para o jogo na Pedreira, percebemos que o mesmo entregou exatamente aquilo que prometeu e mostrou-nos como cada uma das equipas se comporta quando exerce controlo sobre a outra: nos primeiros 45, o Benfica teve muitas dificuldades na pressão, os movimentos constantes dos jogadores bracarenses deixavam os jogadores do Benfica com dúvidas se acompanhavam o jogador ou mantinham a sua posição - como aconteceu com Pau Victor e Tomás Araújo. Desta forma, a equipa da casa conseguia bater a pressão e instalar-se no meio-campo adversário, jogando como queria e fazendo proveito de dinâmicas ofensivas entre Zalazar, Pau Victor e Ricardo Horta.
Benfica
Já os conhecemos bem, sabemos o que vamos encontrar
Na antevisão ao jogo da meia-final da Taça da Liga frente ao Benfica, Ricardo Horta mostrou-se confiante e falou sobre os objetivos do Braga.
Benfica
O Estádio Municipal de Braga recebe, este domingo, um dos jogos mais aguardados da 16.ª jornada da Primeira Liga, num confronto que encerra o ano civil com intensidade garantida. Braga e Benfica medem forças na Pedreira, um palco tradicionalmente exigente e onde os detalhes costumam fazer a diferença. A formação bracarense chega a esta ronda no 5.º lugar da classificação, com 25 pontos somados ao fim de 15 jornadas, fruto de sete vitórias, quatro empates e quatro derrotas. O registo de golos evidencia a solidez da equipa: 26 marcados e apenas 13 sofridos. Apesar do bom percurso global, o último compromisso para o campeonato deixou marcas, com a derrota, por 1-0, no terreno do Estoril a travar uma fase positiva. Ainda assim, a resposta surgiu poucos dias depois, com um triunfo claro, por 0-3, frente ao Caldas SC, para a Taça de Portugal, resultado que devolveu parte da confiança ao grupo.
Braga
A consistência durante uma época desportiva é tão ou mais importante do que o seu começo para que o final seja com os resultados desejados. Embora existam bastantes diferenças entre as duas equipas, tal processo está a mostrar-se adequado para o Nice e Braga esta época. Os franceses porque precisam de entrar num percurso consistente para ainda salvar a época e os “guerreiros do Minho” porque está a passar pelo mesmo para reverter os (alguns) desaires que já sofreu na presente temporada. No entanto, é importante notar que grande parte da irregularidade dos bracarenses nos resultados, verificou-se no campeonato nacional (derrotas com Gil Vicente e CD Nacional, empates com AFS e Rio Ave). Além de se manter de pé nas restantes competições nacionais (oitavos de final da Taça de Portugal e meia-final da Taça da Liga), a equipa de Carlos Vicens está a ser das melhores na fase de liga da UEFA Europa League. Após três eliminatórias ganhas com clareza (Levski Sofia 1-0 após prolongamento, CFR Cluj por 4-1 e Lincoln Red Imps por 9-1), os bracarenses cedo se colocaram topo da tabela ao vencer duelos contra adversários relevantes e com nome nos seus países (1-0 caseiro ao Feyenoord, 2-0 em Glasgow ao Celtic e 2-0 caseiro ao Estrela Vermelha). Uma sequência de resultados que permitiu à equipa de Carlos Vicens se colocar em posição privilegiada para seguir para os oitavos de final da competição. Apesar de um desaire caseiro contra o Genk (3-4) e uma perda de pontos no terreno de um adversário poderoso (1-1 contra o Glasgow Rangers).
Opinião
A vitória do Braga em Famalicão levanta uma questão inevitável: estará a equipa bracarense finalmente a encontrar a consistência que tanto tem faltado esta época? O jogo do passado sábado deixou alguns sinais claros, sendo alguns positivos e outros nem tanto. De qualquer das formas, aproveitaram a oportunidade para voltar ao quinto lugar da Primeira Liga. Já o Famalicão, foi uma equipa que se mostrou capaz de se bater frente-a-frente contra o adversário, sendo capaz de condicionar os processos ofensivos e de criar oportunidades que poderiam ter mudado o contexto do jogo. A equipa da casa arrancou melhor na partida, conseguindo limitar bastante a saída curta do Braga através de uma marcação apertada aos extremos bracarenses, não permitindo que estes oferecessem apoios frontais. Sorriso foi importante neste processo, acompanhando também as constantes desmarcações de Victor Gómez pelo corredor direito. O extremo brasileiro foi ainda o foco dos ataques famalicenses durante a primeira parte, recebendo vários passes diagonais na exploração da profundidade, algo já enfatizado pelo técnico Hugo Oliveira como essencial no ataque da sua equipa. Para além disso, aproveitou o facto de o defesa-lateral espanhol estar mais subido na pressão para encontrar espaços nos quais atacou as situações de um-para-um frente a Gustaf Lagerbielke.
Braga
Braga
O Braga vai ao Ibrox Stadium, em Glasgow, para tentar arrecadar mais pontos nesta fase de liga da Liga Europa, frente ao último classificado, e sem pontos, o Rangers. Os escoceses estão sempre no caminho dos Guerreiros Minhotos. Depois do jogo contra o Celtic, segue-se o Rangers. Os Gers, apesar da sua tradição, vivem momentos delicados. A equipa começou a época de forma instável e, recentemente, decidiu trocar de treinador, o que pode explicar a falta de concretização ainda bastante demarcada.
Braga
Na ressaca da derrota frente ao Porto, por 2-1, o Braga recebe o Genk na segunda posição da tabela classificativa da prova europeia. Antes de perderem com os dragões, os guerreiros vinham de quatro vitórias consecutivas, para a Taça de Portugal, Liga Europa, campeonato e Taça da Liga. Apesar de um início de temporada algo complicado, com apenas duas vitórias em sete jogos de campeonato, que em muito ditam o sétimo lugar na tabela classificativa a nível interno, a formação capitaneada por Ricardo Horta tem estado sublime na presente edição da Liga Europa: três vitórias em três jogos, ao que se lhes juntam cinco golos marcados e nenhum sofrido, frente a Feyenoord, Celtic e Estrela Vermelha.