O Barcelona avança para a contratação de Rodri. Manchester City quer receber, segundo Nicolò Schira, 60 a 70 milhões de euros.
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O Barcelona avança para a contratação de Rodri. Manchester City quer receber, segundo Nicolò Schira, 60 a 70 milhões de euros.
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O Real Madrid quer fechar a contratação de Rodri. O emblema merengue já encetou as negociações com o Manchester City.
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Campeonato do Mundo
Terminado mais um Mundial, é tempo de balanços e de reviver os momentos mais marcantes de uma competição que entrará para os manuais da história do futebol. O Mundial das Américas ficou marcado com excelentes jogos, momentos de futebol coletivo que fez conjuntos nacionais chegarem à vitória, cenas de habilidade individual de um jogador que fez o público regozijar-se de ver e momentos negativos que não deveriam acontecer dentro e fora das quatro linhas. Para começar, além de felicitar pelo triunfo mais que justo, há que mencionar a seleção espanhola. A "La Roja" contou com grupo de jogadores absolutamente único e com um selecionador que conhece o seu ADN como poucos. Uma junção que resultou no melhor rendimento e resultado, além do percurso não ter sido nada fácil (eliminou Portugal, Bélgica, França e Argentina na final). Após um período de quase uma década (2014-2022) em que se assistiu à queda da geração de ouro do futebol espanhol (Xavi, Iniesta, Casillas, Puyol, Xabi Alonso, David Villa, Cesc Fábregas, David Silva ou Fernando Torres) e ao nascimento de novos talentos que ainda precisavam de tempo para crescer e se consolidarem (Rodri, Unai Simón, Pedri, Dani Olmo, Laporte, Marcos Llorente, Ferrán Torres, Nico Williams, Alex Baldé, Fabián Ruiz ou Mikel Oyarzabal), foi necessário passar por uma renovação e reconstrução do futebol de base espanhol.
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Campeonato do Mundo
Os Campeonatos do Mundo vivem de resultados, mas sobrevivem através das memórias. Há golos que atravessam gerações, exibições que mudam carreiras e jogadores que, durante algumas semanas, parecem feitos à medida do maior palco do futebol. O Mundial de 2026 não foi exceção: entre a consagração da Espanha, a mais do que provável última dança de Lionel Messi, Cristiano Ronaldo, Neymar e Luka Modric e as campanhas surpreendentes de seleções como Noruega, México ou Suíça, foram vários os nomes que se elevaram acima da competição. Nem todos chegaram ao torneio com o mesmo estatuto. Alguns já pertenciam à elite e limitaram-se a confirmar aquilo que o mundo esperava; outros aproveitaram a oportunidade para se apresentarem definitivamente ao grande público. Houve goleadores, líderes, médios capazes de controlar jogos inteiros, jovens centrais com uma serenidade incomum e talentos que transformaram boas campanhas coletivas em percursos verdadeiramente memoráveis.