França (2018) e Argentina (2022) deixaram a Croácia pelo caminho antes de erguerem o troféu. Poderá Portugal seguir o mesmo destino?
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Após a participação de Portugal no Mundial 2026 ter terminado de forma algo inglória e com um balanço negativo em geral, existem vários temas a serem tratados antes da equipa nacional iniciar o próximo ciclo. Sendo certo que o mais falado já teve tratamento com a saída de Roberto Martínez para a entrada de Jorge Jesus e assim existirão mudanças a nível tático e espera-se o mesmo no rendimento da equipa. No entanto, ainda existe outro que permanece pendente e é inevitável: a continuidade de Cristiano Ronaldo na seleção. Embora o novo selecionador tenha dado a entender na sua apresentação que ainda não tinha falado com o capitão da seleção sobre a sua continuidade, tudo indica que Jesus não se irá opor à mesma. Ficou apenas no ar que não terá problema em substituir Ronaldo mais vezes do que Martínez o fez, o resto permanece uma incógnita.
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França (2018) e Argentina (2022) deixaram a Croácia pelo caminho antes de erguerem o troféu. Poderá Portugal seguir o mesmo destino?
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A seleção de Portugal está apurada para os dezasseis avos de final do Mundial 2026, com apenas uma vitória em três jogos e um futebol praticado muito longe de convencer. Finalizada a fase de grupos e com o caminho aberto para as eliminatórias, é um momento para um breve balanço do desempenho da seleção nacional portuguesa nos primeiros três jogos e perspetivas para a próxima etapa. A crítica principal vai para Roberto Martinez. Já pecando pela demora, é notória a falta de capacidade do selecionador nacional em implementar um estilo de jogo coeso, equilibrado e capaz de alinhar a qualidade do atual plantel português. Além de ter mantido vários elementos tempo de mais no onze titular sem que tal o justificasse, em todos os setores do campo, à exceção da baliza. Tendo sido a Colômbia a principal adversária de Portugal na disputa pelo primeiro lugar do grupo, não se percebe que os jogos com o Congo e Uzbequistão tenham sido jogos em que não foram dadas oportunidades a alguns jogadores (à partida) não titulares.
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Nem sempre os protagonistas de uma equipa são aqueles que mais contribuem com golos ou assistências. Há jogadores cuja influência ultrapassa os números e cuja qualidade se torna evidente na forma como transformam o jogo coletivo. É precisamente esse o caso de João Félix. Apesar de ainda não ter marcado nem assistido no Mundial de 2026, o avançado tem sido, na minha opinião, o melhor jogador da Seleção Nacional ao longo da fase de grupos. Curiosamente, João Félix nem sequer participou no encontro de estreia frente ao Congo. No entanto, a partir do momento em que Roberto Martínez lhe entregou a titularidade, tornou-se impossível ignorar a sua influência no jogo ofensivo de Portugal. A aposta revelou-se inteiramente justa e, acima de tudo, necessária para dar outra criatividade e outra capacidade de desequilíbrio à equipa.
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Completados dois jogos, há pontos positivos e negativos a referir acerca da prestação de Portugal até então. Naturalmente, há sempre aspetos a melhorar tanto do ponto de vista coletivo, como do ponto de vista individual. Nesse segmento, Portugal pode lucrar com a subida de rendimento de alguns jogadores se estes tiverem mais minutos do que até então, ou se encaixarem numa caixa tática mais propícia a retirar melhor partido das suas características. Ficam aqui cinco nomes que merecem mais protagonismo na seleção portuguesa, seja através de mais minutos de jogo ou através de maior relevância tática:
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Nos últimos dias, muito se tem discutido a presença de Cristiano Ronaldo no onze inicial da Seleção Nacional. A questão, porém, parece estar a ser abordada de forma demasiado simplista. Reduzir os problemas da equipa ao rendimento de um jogador é ignorar uma realidade mais profunda. Na era de Roberto Martínez, apesar da conquista da Liga das Nações, Portugal continua sem convencer de forma consistente enquanto coletivo.
Atualidade
Confesso que custou bastante mas foi a decisão certa
Rúben Dias marca presença em conferência de imprensa. Portugal jogará com o Uzbequistão na segunda jornada do Mundial 2026.