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Taça de Portugal

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Entrevista BnR
Entrevista BnR

O trabalho é a boia de salvação, é onde nós nos podemos agarrar. E no final do dia, no final de um campeonato, no final de um ciclo, seja o que for, é onde fica o que nós temos | Entrevista Bola na Rede a Vítor Martins

Vítor Martins é um dos jovens treinadores promissores do futebol português e um dos técnicos com maior conhecimento da Segunda Liga. Cresceu no panorama futebolístico no norte do país, realizando várias funções, mas Luís Castro trouxe-o para a presença diária numa equipa técnica, no relvado. Em 2021 arrancou a sua carreira como protagonista, passando pela encubadora da Liga Revelação e assumindo na época seguinte a equipa principal do Leixões. Depois de cumprir os objetivos em Matosinhos, passou por Académico de Viseu, Feirense, Torreense e Chaves, histórico que quer levar de volta para a Primeira Liga. Para o nortenho, o segredo está no trabalho e no rigor. Tudo o resto, são frutos da dedicação aplicada. É o mais recente convidado do Entrevista Bola na Rede.

Académico de ViseuAtualidadeChaves

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Força da Tática

Força da tática | Sporting x Torreense

A época 2025/2026 em Portugal terminou oficialmente de forma histórica, depois do Torreense ter vencido o Sporting por 2-1 e ter conquistado a Taça de Portugal. A equipa de Torres Vedras venceu a taça pela primeira vez e tornou-se na primeira equipa de sempre da segunda divisão a vencer a prova, numa época em que ainda pode subir à primeira divisão, caso ultrapasse o Casa Pia, no play-off. Foi um jogo histórico, mas um jogo longe de ser brilhante. Valeu pela emoção única e crua que apenas a Taça de Portugal pode proporcionar e pela postura tática do Torreense durante toda a partida, de proposta vincada desde o apito inicial:

Rui Gonçalves · 4 min de leitura
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Opinião

A mitologia e mística do Jamor a favor do Torreense ou como explicar uma vitória histórica na Taça de Portugal

Há locais especiais no mundo e na vida. No que toca ao futebol português, poucos serão tão fortes e tão impactantes como o Estádio Nacional no Jamor, um campo perdido no meio da mata, quase esquecido ao longo de uma época e relembrado como um dos dias mais felizes do ano por muitos que, ao contrário dos restantes 364 dias, não se importam de acordar cedo para ocupar os terrenos circundantes, muitas vezes sem bilhete, em nome do convívio e do futebol. Foi este o palco da festa maior do futebol português e, em particular, do Torreense. A Taça de Portugal é uma utopia possível, uma epopeia alcançável ou qualquer outra contradição sem nexo, mas com todo o sentido. Numa época em que os orçamentos são tão ou mais falados e relevados do que aquilo que se faz em campo, é o território onde os sonhos são possíveis e onde os gigantes podem ser olhados na cara, sob a esperança de 90 minutos - ou um pouco mais - de glória. 

Diogo Ribeiro · 9 min de leitura
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