Recordar é Viver
Yu Dabao | Marketing ou promessa falhada?
O investimento chinês no futebol luso é uma realidade bem vincada dos últimos anos, mais pelos ecos do Oriental Dragon a competir nas divisões inferiores que pela proveniência do patrocinador da Segunda Liga. A Ledman assinava em 2016 um contrato até 2019 com valores mais relevantes que nos 15 anos anteriores; Pedro Proença, fechando-se em copas quanto às condições, dizia apenas que, seis meses antes, quando assumira o cargo, a “insolvência” da competição era uma hipótese real. Luis Aguilar, num artigo replicado tanto pelo Sindicato dos Jogadores como pelo canal americano da Chinese Global Television Network, desvendava o mistério: além dum valor a rondar os 4 milhões/ano, dez jogadores chineses eram transferidos em todas as pré-épocas para clubes da competição, que servia como laboratório de desenvolvimento.