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Antony: «A equipa do Braga tem qualidade com a bola e temos que ter mais atenção»

Ricardo João Lopes · 1 min

Antony
Foto: Edmilson Monteiro/Bola na Rede

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Antony reagiu ao desfecho do Braga x Real Bétis. Gverreiros empataram a uma bola na primeira mão dos quartos-de-final da Europa League.

Antony falou com os jornalistas após o empate 1-1 do Braga diante do Real Bétis, na primeira mão dos quartos-de-final da Europa League. O brasileiro disse o seguinte:

«Sabíamos que ia ser um jogo difícil. Na primeira parte tínhamos que estar mais atentos. A equipa do Braga tem qualidade com a bola e temos que ter mais atenção. Na segunda parte mostrámos outra atitude. O empate não é um mau resultado. Agora temos que estudar mais a equipa do Braga. É uma equipa com muita posse de bola. Vamos jogar em casa com os nossos adeptos, mas temos que ter paciência, sair no contra-ataque e fazer o golo. Eu estou a jogar há mais de 15 partidas com sacrifício. Tenho tomado muitos remédios, mas estou a recuperar- não estou a 100%, mas se for preciso, jogo os 90 minutos».

Ricardo João Lopes

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O Copenhaga nunca tinha ganho no Parken a um opositor português. Vindos da pior época da sua história (sétimo lugar interno, disputa da fase de manutenção), aos dinamarqueses resta fazer pela vida para reassumir a dianteira do seu futebol. No fim-de-semana, a derrota no terreno do Midtjylland encurtara a vantagem no topo para apenas dois pontos – poderia esse tropeção adornar o encontro com o Braga de importância extra? Pareceu definitivamente que sim, dada a energia com que a equipa de Bo Svensson entrou a pressionar Gverreiros. O ímpeto, típico de anfitrião em jogo europeu, não deveria assustar arsenalistas, tão ou mais habituados que o Copenhaga a contexto internacional. E, mesmo por isso, passando a primeira onda de histeria, o jogo acalmou. No meio do marasmo ainda surgiu oportunidade para balançar as redes portuguesas, mas Travassos estava concentrado e salvou golo certo. O agressivo 4-2-3-1 de Bo Svensson (2,4 golos por jogo na Superligaen e 17 golos nos play-offs da Conferência) era manietado pelo 3-5-2 híbrido de Carlos Vicens, com o miolo Moutinho-Tiknaz-Gorby a ganhar ascendente na luta física e na luta pela posse de bola. No apito final da primeira metade, os portugueses contavam com 63%, superioridade notável ao nível do passe (301 completos para 169) e mais oportunidades reais de aproximação à outra baliza.

Pedro Cantoneiro · 2 min de leitura
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