Publicidade

Francisco Cabral cai nas meias-finais de pares do torneio de Estugarda

Dinis Jacob · 1 min

Francisco Cabral
Foto: Comité Olímpico de Portugal

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Francisco Cabral e Nikola Mektic foram derrotados pela dupla de Daniil Glinka e Stefanos Sakellaridis, com parciais de 6-2, 4-6 e 5-10.

Este sábado, Francisco Cabral e Nikola Mektic foram eliminados nas meias-finais do torneio de Estugarda pela dupla composta pelo estónio Daniil Glinka e o grego Stefanos Sakellaridis. Desta forma, o português e o croata foram surpreendidos, apesar do estatuto de primeiros cabeças de série da prova.

Numa partida decidida no super ‘tie-break’, com uma hora e nove minutos de duração, Francisco Cabral (22.º do ranking mundial de pares) e Nikola Mektic (18.º) cederam parciais de 6-2, 4-6 e 5-10.

Com esta vitória, Daniil Glinka (sem classificação ATP) e Stefanos Sakellaridis (570.º) garantiram um lugar na final do torneio, no qual participam pela primeira vez na carreira.

Dinis Jacob

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.