Última horaManchester United pode provocar ‘terramoto’ no que diz respeito aos treinadores: eis o alvo dos red devils
Publicidade

Lewandowski: «Antes do Barcelona era uma máquina, tornei-me mais humano»

Diogo Lagos Reis · 3 min

Robert Lewandowski Liga dos Campeões
Foto: FC Barcelona

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Robert Lewandowski reflete sobre a mudança da Alemanha para a Catalunha. O avançado falou como vê o futebol no final de carreira.

Robert Lewandowski concedeu uma entrevista ao diário AS onde refletiu sobre a mudança para o FC Barcelona e o final de carreira futebolística. O avançado de 35 anos tem contrato com os blaugrana até 2026 e começou por abordar a sua vida no Barcelona, tendo sido questionado por uma possível transferência para a Arábia Saudita:

«Antes era máquina, aqui tornei-me mais humano. Arábia Saudita?Estou super feliz em Barcelona, na equipa, na cidade, com a minha família. Como pessoa sou feliz. Antes da pandemia, a ideia da MLS estava firme na minha cabeça, mas mudei de opinião. Depois do capítulo do Barcelona é difícil imaginar isso».

Robert Lewandowski mostrou a sua visão sobre esta fase de carreira, admitindo que está perto do final:

«Trata-se de acumular recordações, de desfrutar de cada momento, de cada vitória na tua cabeça. Alguns dos comentários sobre o número de golos que marquei foram uma loucura, especialmente na época dos 41 golos em Munique. Bater recordes não é o meu principal objetivo. O mais importante é ajudar a minha equipa a ganhar e desfrutar dos jogos. Estes são os meus últimos anos no mundo do futebol, talvez mais dois ou três anos. Mas não me interpretem mal, continuo a querer êxitos e a marcar golos».

Ao serviço do FC Barcelona, Lewandowski regista 35 golos e nove assistências em 50 jogos. O internacional polaco já cumpriu uma temporada completa e entrou agora na segunda época pelos culés.

Sabe mais sobre o nosso projeto!

O Bola na Rede é um órgão de comunicação social de Desporto, vencedor do prémio CNID de 2023 para melhor jornal online do ano. Nasceu há mais de uma década, na Escola Superior de Comunicação Social e em forma de programa de rádio.

Desde então, procura ser uma referência na área do jornalismo desportivo e de dar a melhor informação e opinião sobre desporto nacional e internacional, assim como fazer cobertura de jogos e eventos desportivos em Portugal continental, Açores e Madeira.

Podes saber tudo sobre a atualidade desportiva com os nossos Última Hora e, para estares a par de tudo, não te esqueças de subscrever as notificações!

A 28 de outubro de 2019, decidimos expandir o nosso alcance com a introdução dos programas em direto, através do canal BOLA NA REDE TV, no Youtube.

Além destes diretos, temos também muita informação através das nossas redes sociais e em vários modelos de podcasts, disponíveis nas mais diferentes plataformas e que procuram dar um pouco de tudo sobre o mundo do desporto em geral. Atualmente, temos para te oferecer os seguintes conteúdos:

Se quiseres saber mais sobre o projeto, dar uma sugestão ou até enviar a tua candidatura para seres redator, comentador ou moderador, envia-nos um e-mail para [email protected]. A bola está do teu lado e nós contamos contigo!

Diogo Lagos Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

A ligação do Celtic à cidade de Lisboa e a rumaria ao Jamor (1967)

A edição 2026/27 da UEFA Europa League marca o regresso do Celtic a Portugal, em especial à cidade de Lisboa. Onde já foi feliz e conquistou o maior título do seu palmarés: a Taça dos Campeões Europeus 1966/67. O momento é ainda mais histórico quando se olha para o histórico dos bhoys no nosso país. O Celtic jogou no nosso país por 13 vezes (12 contra equipas portuguesas) e venceu por três ocasiões. Duas das mesmas foram contra equipas lusas, ao Boavista (1-0 em 2002/03) e Vitória SC (2-1 em 1998/99). Na capital foi sempre derrotado por Benfica (quatro vezes) e Sporting (duas vezes). A exceção foi mesmo no dia 25 de maio de 1967.   Perante um Portugal ainda assombrado pela ditadura do Estado Novo, mas ainda assim anfitrião da final da competição, foi no Estádio do Jamor que se presenciou uma das mais épicas finais de sempre da Taça dos Campeões Europeus. Frente a frente com o Celtic estava o Inter de Milão. O estatuto de ambos não podia ser mais diferente. Enquanto os escoceses estavam numa final da Taça dos Campeões pela primeira vez, os italianos já eram bicampeões (venceram a competição em 1964 e 1965). Tal como era a primeira vez que uma equipa britânica estava na final, em contraste com os italianos que já a tinham vencido por três vezes (AC Milan em 1963 além das duas eterno rival da mesma cidade).

Jorge Afonso · 3 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Entrada à guerreiro na Dinamarca | FC Copenhaga x Braga

Tem início esta quinta-feira (dia 15 de outubro), a sexta edição da UEFA Conference League. Sinónimo de começo da caminhada da única equipa portuguesa na competição. O Braga desloca-se à Dinamarca para defrontar o Copenhaga. Duas equipas que têm um percurso semelhante na Conference League até ao momento. Ambas tiveram acesso à mesma através da passagem de três eliminatórias, os dois emblemas venceram quatro jogos e empataram dois e procuram agora entrar na competição com uma vitória. Se Copenhaga e Braga têm ambições a fazer um percurso europeu notável, o único aspeto que separa as duas equipas a nível interno. Se uma é já uma tradicional candidata ao título no seu país, a outra ainda está um patamar atrás dos tradicionais (três) candidatos. Entrar a ganhar na Conference League é muito importante para a equipa de Carlos Vicens começar um novo ciclo de bons resultados. Ocupando atualmente o sétimo lugar na Liga Portuguesa tendo mais jogos não ganhos (quatro) do que ganhos (três) e tendo tantos golos sofridos como marcados (oito cada), é relevante para os bracarenses reverter a situação o quanto antes. Dentro da própria equipa, a situação não aparenta estabilidade total. Se é verdade que o modelo tático é o mesmo desde a época passada e as próprias opções, que são múltiplas para cada posição, têm tido utilização regular, também é verdade que Vicens ainda não repetiu totalmente um onze de um jogo para outro. De jogo para jogo, tem existido praticamente uma alteração por setor, existindo sempre alguma incerteza nas opções e são poucos os que em condições normais são considerados "titulares indiscutíveis".

Jorge Afonso · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.