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Luís Campos comenta a compra de João Neves ao Benfica: «Foi o preço justo e correto»

Ricardo João Lopes · 1 min

João Neves Portugal
Foto: Paulo Ladeira/Bola na Rede

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Luís Campos abordou a contratação de João Neves por parte do PSG ao Benfica. O médio foi comprado por 60 milhões de euros.

Luís Campos analisou a contratação de João Neves ao Benfica. O PSG investiu 60 milhões de euros no internacional português e o dirigente assumiu que o preço foi justo, em declarações nos Globe Soccer Awards:

«Penso que o Luis Enrique teve um papel muito importante para que o João desse o seu salto para um patamar mais alto e sei que, com o Luis Enrique e os seus colegas – porque o Vitinha, Nuno Mendes e o Gonçalo Ramos exigem muito dele – o João também irá continuar a crescer muito mais. Hoje é fácil dizer que foi vendido por um preço baixo, na altura penso que foi o preço justo e correto».

João Neves assumiu-se como indiscutível no PSG, transformando-se num dos melhores médios do mundo. Na presente temporada leva 15 encontros, com seis golos e duas assistências. O seu contrato finaliza em 2029.

Podes consultar os vencedores dos Globe Soccer Awards.

Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

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O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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