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Marçal regressa ao Botafogo: «É como se não tivesse saído»

Diogo Ribeiro · 1 min

Marçal Botafogo
Foto: Botafogo FR

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Marçal regressou ao Botafogo. Lateral brasileiro estava sem contrato, mas voltou ao emblema onde está desde 2022.

Marçal regressou ao Botafogo. Lateral brasileiro estava sem contrato, mas voltou ao emblema onde está desde 2022.

Marçal está de regresso ao Botafogo. Depois de terminar contrato no final de 2024 e de estar livre no mercado por alguns meses, o lateral esquerdo assinou um novo vínculo com o Fogão.

«A sensação de regressar ao Botafogo é maravilhosa. Foi um momento de indecisão no início do ano, no fim do meu contrato, mas quando recebi essa ligação ou mensagem do John, fiquei muito feliz. É como se eu não tivesse saído. Tive muitas sondagens, propostas, mas nenhuma delas de facto preenchia esse vazio que o Botafogo estava a deixar. Ainda bem que voltei. Estou aqui para começar essa história linda que iniciámos. De certeza que vamos muito longe», reforçou Marçal à Botafogo TV.

Marçal tem 36 anos e em 2024 fez 30 jogos pelo Botafogo e sagrou-se vencedor do Brasileirão e da Taça Libertadores.

Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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