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Rodrigo Zalazar: «A equipa fez um trabalho espetacular»

Ricardo João Lopes · 1 min

Rodrigo Zalazar festejos jogadores Braga
Foto: Diogo Cardoso / Bola na Rede

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Rodrigo Zalazar reagiu ao desfecho do Braga x Ferencváros, na segunda mão dos oitavos-de-final da Europa League.

Rodrigo Zalazar analisou a vitória do Braga frente ao Ferencváros por 4-0 na segunda mão dos oitavos-de-final da Europa League. O uruguaio assumiu que o jogo era importante:

«Sabíamos que ia ser um jogo muito importante, principalmente pelo resultado do primeiro jogo. Sabíamos que tínhamos que vir com tudo para dar a volta e empatámos a eliminatória logo aos 15 minutos. A equipa fez um trabalho espetacular. Tinha vontade de ganhar, o 2-0 não era suficiente. Estávamos num momento em que queríamos controlar o jogo. Tínhamos que fazer um golo a seguir ao outro. O adversário é forte e num contra ataque podem aproveitar. Não havia tempo para descansar. Temos de sacar forças de onde não existem, somos um grupo, corremos uns pelos outros, estou muito orgulhoso».

Ricardo João Lopes

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O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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