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A edição 32 do CAN tem sido recheado de muita festa, golos, surpresas e, sobretudo, bom futebol. A fase de grupos terminou na passada terça (dia 2), e ficaram definidas as seleções que irão ter a oportunidade de lutar por uma vaga na final do dia 19.
Grupo A

No grupo A, o anfitrião Egito cumpriu com as expetativas iniciais, e terminou em primeiro com um registo imaculado: três vitórias nos três jogos, marcando cinco golos e não sofreu nenhum, numa clara demonstração de força. Os “Faraós” estão motivados para chegar à final e deixar o troféu em casa. A surpresa foi o Uganda que conquistou o segundo lugar, graças ao triunfo logo na primeira jornada por 0-2 sobre a RD Congo, que, apesar do percalço inicial, conseguiu redimir-se nos dois jogos seguintes e passou como um dos melhores terceiros.
Grupo B

Fonte: CAF
O grupo B teve uma seleção em grande forma: Madagáscar causou sensação nos três encontros e acabou mesmo por ficar em primeiro, à frente da toda poderosa Nigéria – para tal, valeu um triunfo por 2-0 para as “Super Águias” saírem derrotadas do último encontro. Desde o encontro inaugural em que recuperou de uma desvantagem de dois golos até à surpreendente vitória sobre a Nigéria, Madagáscar tem tido um desempenho interessante e poderá ser um conjunto a ter em conta na fase a eliminar. A Guiné terminou em terceiro, mas irá continuar na prova já que foi um dos melhores terceiros.
Grupo C

Fonte: CAF
O grupo C foi vencido pela Argélia, que fez o pleno: três triunfos nos três jogos disputados. As “Raposas do Deserto” venceram o Senegal pela margem mínima, o que foi fundamental para garantir o primeiro posto do grupo. Os selecionados de Djamel Belmadi demonstraram durante os encontros que pretendem vencer a prova no território do seu rival histórico. Sadio Mané e companhia ficaram-se pelo segundo lugar, sendo que o Quénia foi terceiro e a Tanzânia não conquistou qualquer ponto.
Grupo D

Fonte: CAF
O grupo D, apelidado por “Grupo da Morte”, terminou com Marrocos no topo com 9 pontos alcançados, graças ao tento solitário apontado por Boussoufa ao cair do pano frente à África do Sul. Apesar das três vitórias, os marroquinos triunfaram sempre pela margem mínima, o que mostra que os “Leões do Atlas” têm uma enorme capacidade de sofrimento e poderá ser importante para a próxima fase, em que os jogos são muito fechados e a margem de erro é menor. A Costa do Marfim ficou em segundo e também estará presente nos oitavos de final. Mesmo saindo derrotada na última partida, a África do Sul foi um dos melhores terceiros e vai jogar frente ao anfitrião nos oitavos, ao passo que a Namíbia disse adeus ao torneio.
Grupo E

Fonte: CAF
O grupo E terminou com o Mali no primeiro posto. Apesar de bastar apenas um empate, os malianos não foram em cantigas e garantiram o lugar cimeiro do grupo, ao bater Angola pela margem mínima: a bomba de Amadou Haidara na primeira foi mais que suficiente para vencer e ditar a eliminação dos “Palancas Negras” da prova. Quem beneficiou com este triunfo, foi a Tunísia que empatou a zero com a Mauritânia, e irá também estar presente nos oitavos-de-final. A primeira presença da Mauritânia foi de curta duração, embora seja de destacar os dois pontos conquistados nas três partidas realizadas.
Grupo F

Fonte: CAF
O último grupo não houve qualquer surpresa, já que as seleções favoritas, Gana e Camarões, cumpriram o seu papel e ficaram nos dois primeiros lugares – os dois conjuntos acabaram em igualdade pontual, mas a melhor diferença de golos a favor do Gana foi determinante para desempatar. Mesmo tendo empatado os seus três encontro, o Benim foi um dos melhores terceiros e vai continuar em solo egípcio pelo menos para mais uma partida. Já o representante dos PALOP, Guiné-Bissau, despediu-se prematuramente do torneio com um ponto conquistado apenas.
Foto de Capa: CAF












