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A CRÓNICA: DOMÍNIO AVASSALADOR EM TODOS OS MOMENTOS DO JOGO

A oitava jornada da Liga Alemã foi sinónima de jogo grande, com o Bayer 04 Leverkusen a receber o FC Bayern Munique, num duelo entre duas equipas que se têm mostrado em grande forma na competição e a ocuparem o terceiro e o segundo lugar, respetivamente, à entrada para este confronto.

A partida começou a todo o gás, com o inevitável Lewandowski a abrir o marcador, à passagem do minuto quatro, com um golo absolutamente soberbo. O Bayern, por cima do jogo, podia ter ampliado a vantagem, à passagem do minuto 19, mas Sané rematou ao poste.

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O domínio bávaro era notório e, à meia hora de jogo, esse domínio voltou a traduzir-se em golo. Lewandowski bisou na partida, dando o melhor seguimento a uma grande jogada coletiva de ataque que só terminou no fundo das redes de Hrádecký.

O rolo compressor da formação de Munique não abrandava e, quatro minutos depois, Müller colocou o seu nome nos marcadores. Na saída de bola dos “farmacêuticos”, os bávaros recuperam-na e voltaram a marcar, desta feita por Gnabry. O mesmo Gnabry que voltou a faturar ao minuto 38. Um primeiro tempo para esquecer para a formação da casa.

No segundo tempo, o Bayern voltou a entrar forte, mas um pouco mais comedido na intensidade imprimida no encontro, face ao volumoso resultado. Ainda assim, o Leverkusen mostrou-se mais atrevido ofensivamente e conseguiu reduzir por Schick, ao minuto 54.

A partir daí, o Bayern foi gerindo o jogo à sua maneira e Julian Nagelsmann promoveu mesmo algumas alterações, com o jogo frente ao SL Benfica, para a Liga dos Campeões, em vista. O Leverkusen fechou-se e acabou por conseguir conter o ataque bávaro, evitando assim uma derrota com proporções históricas.

Posto isto, com este triunfo, a turma de Munique sobe ao primeiro lugar, somando mais um ponto que o BVB Dortmund – segundo classificado -, enquanto o Leverkusen se mantém no terceiro posto da tabela classificativa.

 

A FIGURA

Joshua Kimmich – O médio alemão não colocou o seu nome na lista de marcadores no encontro, mas foi, para mim, o melhor em campo, no sentido em que foi o motor da equipa do FC Bayern Munique, a jogar e a fazer jogar.

 

O FORA DE JOGO

Mitchel Bakker – O lateral holandês foi uma nulidade neste encontro, abrindo quase uma autoestrada no flanco esquerdo da sua formação para que os adversários explorassem. Não se pode dizer que a derrota neste encontro tenha acontecido por erros individuais, mas certamente que os de Bakker contribuíram.

 

ANÁLISE TÁTICA – BAYER 04 LEVERKUSEN

A formação orientada por Gerardo Seoane apresentou-se organizada num sistema tático em 4-2-3-1. No primeiro tempo, os “farmacêuticos” mostraram muitas dificuldades na construção e impaciência na decisão, algo que levou a erros defensivos e cedência de muitos espaços à formação adversária, que não se fez rugada e aproveitou da melhor maneira. Na segunda parte notaram-se melhorias, mas muito fruto do abrandamento do FC Bayern München, evitando assim males maiores.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Hrádecký (6)

Frimpong (6)

Kossounou (5)

Tah (6)

Bakker (5)

Amiri (6)

Demirbay (7)

Diaby (5)

Wirtz (7)

Paulinho (6)

Schick (6)

SUBS UTILIZADOS

Tapsoba (6)

Bellarabi (6)

Adli (6)

Retsos (6)

Alario (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC BAYERN MUNIQUE

Os bávaros organizaram-se num dispositivo tático de 4-2-3-1. Os comandados de Nagelsmann dizimaram por completo a formação adversária, especialmente no primeiro tempo, aproveitando o muito espaço entrelinhas dado pelas linhas do Bayer 04 Leverkusen. Pressionaram constantemente o portador da bola, obrigando o adversário a jogar no erro e foram letais ofensivamente. Um domínio total por parte dos campeões em título.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Neuer (7)

Hernández (7)

Upamecano (7)

Süle (7)

Davies (7)

Kimmich (6)

Goretzka (8)

Gnabry (7)

Müller (8)

Sané (7)

Lewandowski (9)

SUBS UTILIZADOS

Stanisic (6)

Sabitzer (6)

Musiala (6)

Coman (7)

Richards (6)

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