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Cinco Estrelas Emergentes na Bundesliga

Alexandre Ribeiro · 3 min

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[tps_title]Jonathan Tah[/tps_title]

Tah
Fonte: Bayer 04 Leverkusen

Jonathan Tah é uma verdadeira força da natureza que aterrou no Bayer Leverkusen no início da temporada, pela módica quantia de 6 milhões de euros. A sua altura assusta, a força faz tremer qualquer ponta-de-lança de elite e a maturidade com que olha para o jogo desde tenra de idade – foi o jogador mais novo de sempre a jogar pelo Hamburgo – impressiona . Muito semelhante a Jerome Boateng, o central alemão distingue-se pela junção da sua africanidade – é oriundo da Costa do Marfim – com a frieza da escola alemã. O Sporting já sentiu a sua presença na eliminatória da Liga Europa e a selecção germânica também estará pronta para receber outro central para uma posição que até tem outro talento a prosperar por Dortmund: Matthias Ginter.

[tps_title]Joshua Kimmich[/tps_title]

Joshua Kimmich
Fonte: FC Bayern Munique

Joshua Kimmich é descrito por Pep Guardiola como um futuro top 10 mundial e, apesar de algum exagero, o treinador catalão poderá não estar totalmente errado. O médio é inteligente e aparenta ser um jogador que foi “roubar” qualidades a jogadores como Xabi Alonso, Sergio Busquets ou Xavi. A sua forma de jogar demonstra carácter e maturidade, sendo dono de uma visão de jogo muito acima da média e uma tranquilidade que lhe permite sair de pressão em zonas complicadas do campo. O craque alemão chegou esta época vindo do Estugarda e já conquistou o seu espaço: participou em 14 jogos no campeonato e em 6 jogos na Liga dos Campeões – um verdadeiro atestado de que é uma aposta pessoal de Pep Guardiola. As lesões dos colegas têm-no ajudado a acumular minutos e a saída de Pep para o Manchester City certamente lhe trará menos oportunidades para a próxima época, algo que não fará sentido para atingir o estatuto de craque de nível mundial.

[tps_title]Julian Weigl[/tps_title]

Julian Weigl
Fonte: BVB Dortmund

Julian Weigl pegou de estaca no meio-campo do furacão Dortmund e tornou-se na âncora que suporta o ataque vertiginoso dos amarelos e pretos. Thomas Tuchel entendeu a pérola que tinha entre mãos (foi buscá-lo ao 1860 Munique) e não teve receio em apostar no craque que tem cara de menino mas uma leitura de jogo digna de um veterano. Alto e esguio, o médio alemão tem uma taxa alta de passes certos e sabe quando e onde colocar cada bola, demonstrando estar preparado para assaltar a titularidade na selecção alemã. E não se pense que estes elogios são feitos de ânimo leve, muito pelo contrário. A sabedoria dos seus 20 anos dão-lhe a capacidade de ajustar o seu jogo às necessidades da equipa e sustentá-la nos seus ombros – Hummels e o contra-ataque frenético precisam de uma âncora que os deixe seguros nessas acções.

[tps_title] Leroy Sané [/tps_title]

Sané
Fonte: FC Schalke 04

Leroy Sané pertence aos quadros do Schalke 04 e a sua qualidade é cada vez maior e mais notória. Extremo que joga preferencialmente pela direita, o internacional alemão pelas camadas jovens é um virtuoso que faz do seu pé esquerdo a sua arma secreta e o túmulo de muitos laterais que o vão apanhando pela frente. A técnica, velocidade e a bravura – algo que vai faltando devido à maior formatação dos jogadores profissionais – são atributos que criam uma espécie de bomba improvável pronto para assaltar qualquer defesa menos preparada. A exibição contra o Real Madrid na época passada foi a sua apresentação ao mundo – Modric que o diga – e esta época confirmam-se todos os bons apontamentos: 5 golos e4 assistências a abrilhantarem a sua primeira época “a sério” no mundo do futebol.

[tps_title]Jairo Samperio[/tps_title]

Samperio
Fonte: Mainz FC

O último desta lista é também o mais velho e o único que não é alemão. Jairo Samperio chegou ao Mainz em 2014 vindo do Sevilha e tem vindo a conquistar o seu lugar entre os destaques na Bundesliga a pulso. Esta época tem-se vindo a afirmar como o abono de família do sétimo classificado, lado a lado com Younes Malli e Yoshinori Muto. As suas mudanças de velocidade e vertigem tornam-no num perigo encostado à esquerda do ataque e tornam interessante um jogador que parecia preparado para ser mais um no meio tantos.

Alexandre Ribeiro

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Pedro Cantoneiro · 2 min de leitura
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