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Os 3 sucessores de Joachim Löw

Alexandre Candeias · 2 min

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Os tempos da Alemanha goleadora e dominante de Löw parecem terminados. Na verdade, olhando para a seleção alemã desde a conquista do Campeonato do Mundo de 2014, a trajetória tem sido descendente, com uma quebra ainda maior desde o fracasso completo no Campeonato do Mundo de 2018.

Como em qualquer equipa ou seleção no mundo do desporto coletivo, quando os resultados não são satisfatórios, o primeiro culpado é sempre o treinador. Ora, neste caso não é diferente: há um par de anos, pelo menos, que a contestação a Joachim Löw subiu de tom, pedindo-se a saída do selecionador germânico do comando da Mannschaft.

Assim, apresentamos, na lista seguinte, três possíveis candidatos ao lugar de selecionador alemão de futebol.

3.


Julian Nagelsmann – É uma aposta difícil de realizar, mas o jovem treinador do RB Leipzig tem mostrado a sua qualidade desde que chegou ao panorama principal do futebol alemão. Depois de boas temporadas a comandar o TSG Hoffenheim, o trabalho em Leipzig, onde cumpre a segunda época, colocou em definitivo a equipa patrocinada pela “Red Bull” como a terceira grande força do futebol alemão. Seria uma boa aposta para a seleção alemã, sobretudo devido à boa relação pessoal que consegue criar com os jogadores, e já foi elogiado pelo próprio Joachim Löw.

2.


Stefan Kuntz – O atual selecionador alemão de sub-21 tem conseguido bons resultados ao comando da seleção jovem. Depois da vitória no Campeonato da Europa de 2017, tem conseguido boas campanhas nas qualificações e nos torneios principais em que os jovens germânicos participam. Com a qualificação para o Campeonato da Europa de 2021, em sub-21, já assegurada, poderá estar na altura de o antigo avançado alemão assumir as rédeas da seleção principal.

1.


Hansi Flick – O atual treinador do FC Bayern tem surgido como o principal candidato ao lugar de selecionador alemão. Antigo adjunto de Löw na Mannschaft, renovou recentemente contrato com a equipa de Munique, o que pode ser um entrave à sua saída. Contudo, já há quem sugira que Flick detenha o controlo dos dois conjuntos em simultâneo, algo possível, mas extremamente desgastante. Se para a seleção alemã seria a melhor opção possível, para o Bayern poderia tornar-se um pesadelo.

Alexandre Candeias

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