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Itália 2-1 Bélgica: “Squadra Azzurra” volta a levar a melhor sobre os “Red Devils”

Pedro Paulo · 3 min

Itália x Bélgica
Foto: Federação Italiana de Futebol

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A CRÓNICA: VITÓRIA MERECIDA PARA CONQUISTAR UM LUGAR NO PÓDIO

A Itália e a Bélgica voltaram a defrontar-se, cerca de três meses depois de a Squadra Azzurra ter levado a melhor sobre os Red Devils nos quartos de final do Euro 2020. Em causa, esteve a disputa dos terceiro e quarto lugares da Liga das Nações, que teve como palco o Allianz Stadium, em Turim.

O encontro começou com o equilíbrio a ser nota dominante, ainda que com um ligeiro ascendente da formação da casa. Ainda assim, a primeira grande oportunidade do jogo pertenceu à Bélgica, quando Saelemaekers enviou uma bola ao ferro da baliza italiana, à passagem do minuto 25. Chiesa teve nos pés uma grande chance para desatar o nó no marcador, quase em cima do fim do primeiro tempo, mas não foi capaz de a concretizar.

No segundo tempo, a Itália voltou a entrar forte e fez, à passagem do minuto 46, o que teimava em acontecer em Turim, abrir o marcador. Barella colocou os transalpinos em vantagem. Tentando responder à desvantagem, Batshuayi enviou mais uma bola à barra da baliza de Donnarumma, ao minuto 60, num grande tiro que merecia outro destino.

Cinco minutos depois, e contra a corrente do jogo, Berardi fez o segundo para a formação da casa, através da conversão de um penálti. Os belgas não baixaram os braços e continuaram a tentar visar a baliza adversária, mas mais uma vez, os ferros foram salvando as redes italianas, desta feita com Carrasco a acertar no poste, ao minuto 82.

Tanta vez foi o cantaro à fonte que acabou mesmo por se partir. Ao minuto 86, de Ketelaere conseguiu marcar, reduzindo a desvantagem, mas ainda assim, um tento insuficiente, que não impediu a Itália de sair vitoriosa do encontro.

Assim, com este triunfo, a Itália garantiu o terceiro posto da classificação final desta segunda edição da Liga das Nações, enquanto a Bélgica ficou com o quarto lugar.

 

A FIGURA

Federico Chiesa – O avançado italiano voltou a ser decisivo, sendo sempre um dos elementos mais perigosos e esclarecidos no ataque da sua equipa, e esteve diretamente envolvido no segundo golo italiano, ao ter ganho a grande penalidade.

 

O FORA DE JOGO

Jason Denayer – O defesa belga foi, na minha opinião, o fora de jogo neste encontro, mostrando ser o elo mais fraco no eixo defensivo da seleção belga.

 

ANÁLISE TÁTICA – ITÁLIA

Roberto Mancini promoveu algumas alterações no onze inicial – com destaque para as ausências de Chiellini e Bonucci (suspenso) -, dando oportunidade a alguns jogadores menos utilizados, mas manteve a equipa perfilada no habitual sistema tático transalpino de 4-3-3. Face às ausências de Immobille e Insigne, Chiesa assumiu o destaque ao nível ofensivo na seleção italiana, dando muitas dores de cabeça à defensiva adversária. Já na linha defensiva, a dupla de centrais Acerbi e Bastoni foi novidade, mas cumpriu com as pretensões da formação italiana.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Donnarumma (6)

Di Lorenzo (6)

Acerbi (7)

Bastoni (7)

Emerson (6)

Barella (7)

Locatelli (7)

Pellegrini (7)

Berardi (7)

Raspadori (6)

Chiesa (7)

SUBS UTILIZADOS

Kean (6)

Jorginho (6)

Cristante (6)

Bernardeschi (-)

Insigne (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – BÉLGICA

Já a formação orientada por Roberto Martínez alinhou num dispositivo tático base em 3-4-3. À semelhança do adversário, o treinador da Bélgica também promoveu várias alterações no onze inicial, com destaque para as ausências de Lukaku e Kevin De Bruyne, com o segundo a entrar no decorrer da partida. Os Red Devils pecaram na finalização, bem como na organização defensiva, o que os impediu de terem saído deste encontro com um resultado favorável.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Courtois (5)

Alderweireld (7)

Denayer (6)

Vertonghen (6)

Castagne (6)

Witsel (6)

Tielemans (6)

Vanaken (6)

Saelemaekers (6)

Batshuayi (6)

Carrasco (6)

SUBS UTILIZADOS

De Bruyne (7)

de Ketelaere (7)

 Trossard (-)

Pedro Paulo

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