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Os 5 maiores flops do Real Madrid CF no século XXI

Alexandre Candeias · 3 min

Os 5 maiores flops do Real Madrid CF no século XXI
Foto: FIFA

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Quando é referido o nome do Real Madrid CF, vem-nos à cabeça um sem fim de nomes de jogadores com qualidade para jogar em qualquer equipa do mundo, verdadeiros “galácticos”, como outrora foram denominados. Contudo, no meio de tanto brilho, há sempre quem falhe em atingir as expectativas que lhes são colocadas. De entre tantos casos de insucesso que tiveram lugar no atual campeão espanhol, os cinco que escolhi como os maiores para este top incluem um “matador” italiano e um defesa central inglês, passando ainda por três promessas não concretizadas dos madrilenos.

5.


Antonio Cassano – Depois de quatro épocas e meia de sucesso ao serviço da AS Roma e antes de regressar a Itália para reencontrar o seu instinto goleador, o avançado natural de Bari representou os “Blancos” por 29 ocasiões, nas quais apontou uns míseros quatro golos. Emprestado à UC Sampdoria em 2007/08, foi vendido em definitivo aos genoveses na época seguinte, terminando assim uma passagem fogaz por Madrid.

4.


Lucas Silva – Contratado ao Cruzeiro EC em janeiro de 2015, depois de ter sido bicampeão brasileiro e ter deslumbrado como uma das figuras do campeonato, o Real Madrid decidiu investir uma vez mais num jovem brasileiro, mas este ficou muito aquém das expectativas. Com claras dificuldades para se adaptar ao futebol europeu, só fez nove jogos pelos madrilenos, esteve emprestado ao Olympique de Marseille e ao Cruzeiro e, no fim de 2019, assinou a custo zero pelo Grémio FBPA, onde joga atualmente.

3.


Jonathan Woodgate – Depois de boas prestações ao serviço de Leeds United FC e Newcastle United FC, os “Blancos” decidiram avançar para a sua contratação e pagaram cerca de 18 milhões de euros. Contudo, em três temporadas no clube, participou de apenas 14 encontros (todos na segunda temporada) e esteve emprestado ao Middlesbrough FC na última época, clube para onde acabou por se transferir em definitivo e que chegou a treinar durante a época 2019/20.

2.


Javier Balboa – Já aposentado, o extremo natural da Guiné Equatorial era uma das grandes promessas da cantera madrilena no início do século. No entanto, nunca foi capaz de agarrar o seu lugar no plantel principal do Real Madrid, o que o levou a sair para o SL Benfica. Depois de mais uma experiência sem sucesso, Balboa jogou em oito outros clubes, incluindo SC Beira-Mar e GD Estoril Praia, sem nunca chegar perto do nível que alguns lhe anteviam em jovem.

1.


Royston Drenthe – Campeão da Europa de sub-21 em 2007, os “Blancos” viram nele a próxima grande estrela do futebol holandês e não hesitaram em contratá-lo ao Feyenoord, após o torneio. Entre 2007 e 2010, atuou em 64 jogos pelos madrilenos e marcou 4 golos. Todavia, os maus hábitos de vida fora de campo levaram à sua inevitável decadência. Com um histórico de conflitos com treinadores e colegas de equipa, Drenthe andou de clube em clube até ter decidido dedicar-se à música, em 2016. Atualmente, depois de regressado em 2018 para jogar no Sparta de Roterdão, pertence ao Kozakken Boys, da terceira divisão holandesa.

Artigo revisto por Joana Mendes

Alexandre Candeias

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Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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