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La jeunesse du PSG

Rúben Tavares · 2 min

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Dois jogos, sete golos marcados e zero sofridos, bem como mais um troféu para a galeria. A época do Paris Saint-Germain começou como tem sido habitual: a dominar.

Se num anterior artigo abordei o assunto Buffon que, aos 40 anos, se mudou para o clube da capital francesa, o tema de hoje é quase a antítese: a juventude que a equipa de Thomas Tuchel tem apresentado nestas primeiras impressões de 2018/19.

Pegando nos onzes iniciais frente a Monaco, para a Supertaça francesa, e diante do Caen, para a primeira jornada do campeonato, existe uma média de idades arredondada de 26 anos.

Contudo, estes números só não são mais baixos e, vá lá, representativos por ‘culpa’ da presença de Gianluigi Buffon (40), Thiago Silva (33), Lassana Diarra (33) ou de Ángel Di María (30) a dar experiência aos três setores, bem como de outros que, ainda que mais novos, têm estofo na alta roda de vários anos, casos de Verratti (25), Marquinhos (24) ou Rabiot (23).

Com um técnico também jovem no banco de suplentes como Thomas Tuchel, alemão com 44 anos, e ainda sem contar com o campeão do mundo Kylian Mbappé na sua máxima plenitude nem com o goleador Edinson Cavani, os parisienses apresentaram cinco jovens da formação e com grande sucesso: os laterais Colin Dagba e Stanley N’Soki, com 19 anos, o médio Christopher Nkunku, com 20, o também centro-campista Antoine Bernède, com 19, e, este com mais impacto, Timothy Weah que, com 18 anos, e nascido apenas neste século, já apontou dois golos nesta temporada. É filho do lendário George Weah!

Thomas Tuchel é o homem confiado para montar a nova máquina PSG. Manter a hegemonia em França não parece muito difícil. O maior desafio é subir ao trono europeu
Fonte: Paris Saint-Germain

Os casos de Rabiot e Kimpembe exemplificam jogadores da equipa principal com influência que vieram desde os escalões de formação do emblema francês. O elemento formativo aliado ao poder financeiro de um clube que só em dois jogadores, diga-se Neymar e Mbappé, gastou à volta de 400 milhões de euros, são motivos mais que suficientes para voltar a atacar o troféu mais desejado de todos: a Liga dos Campeões.

Mais, no banco senta-se agora Thomas Tuchel, um treinador que abraça o projeto mais exigente da sua carreira e que é apreciado por muitos pela sua mestria tática. Durante a época, o nosso site, com toda a certeza, fará pontos de situação sobre este renovado Paris Saint-Germain.

Foto de Capa: Paris Saint-Germain

Rúben Tavares

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