Última horaQuem é o rei da Andaluzia? É o Real Bétis. Ah, bem me parecia!
Publicidade

As 5 melhores possíveis contratações no próximo mercado da Liga Inglesa

Alexandre Candeias · 3 min

As 5 melhores possíveis contratações no próximo mercado da Liga Inglesa
Foto: Premier League

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Com o regresso da Liga Inglesa a estar marcado para o próximo dia 17 de junho, e apesar da paragem do campeonato nos últimos meses, um tema que não para de mexer é o dos rumores de transferências. Ainda que exista alguma incerteza relativamente à forma como o próximo mercado vai decorrer, as ligações de jogadores que brilham fora do campeonato britânico a emblemas ingleses tem deixado os adeptos de futebol expectantes.

Assim, passo a apresentar cinco possíveis chegadas (entre as quais poderão estar dois regressos) à Liga Inglesa.

5.


Kalidou Koulibaly – Com uma época algo atribulada no SSC Napoli e longe da luta pelo título, o central senegalês poderá rumar a “Terras de Sua Majestade”, onde tem vários pretendentes. Ao “antigo amor” do Manchester United FC, juntam-se os nomes de Tottenham Hotspur FC, Manchester City FC e Liverpool FC, com o clube da cidade dos Beatles a rivalizar com os emblemas de Manchester e a deixar os londrinos para segundo plano.

4.


Kai Havertz – Com um talento que sobressai à vista de qualquer um que o vê jogar, e apesar do Bayern FC estar sempre atento às jovens pérolas germânicas, o “príncipe” de Leverkusen tem pretendentes em Inglaterra. Depois de Manchester United FC e Chelsea FC, quem aparece agora na frente da corrida pelo internacional alemão é o Liverpool FC, que tem apreciado as suas prestações como “falso 9” e o vê como potencial sucessor de Roberto Firmino.

3.


Jadon Sancho – Com papel de destaque no Borussia Dortmund, o internacional inglês tem ainda uma enorme margem de progressão e um regresso ao país natal pode estar no seu horizonte. Cobiçado pelo Manchester United FC desde o verão passado, os “Red Devils” são os mais fortes candidatos a garantir o jovem de 20 anos, mas outros “tubarões” ingleses estão certamente atentos ao prodígio formado no Manchester City FC.

2.


Philippe Coutinho – O regresso do brasileiro à Liga Inglesa parece praticamente certo, sobretudo depois do seu agente ter afirmado que o médio atacante está interessado nessa possibilidade. A dúvida surge quando discutimos para que clube irá, sendo que o antigo jogador do Liverpool FC tem sido cobiçado pelo “novo rico” Newcastle FC. Contudo, o destino mais provável é mesmo o Chelsea FC, com Frank Lampard a ver Coutinho como o seu futuro “10”.

1.


Timo Werner – Com 25 golos em 29 jogos na Liga Alemã, o “cartão de visita” do internacional germânico atrai qualquer um. Tem sido a máquina goleadora do RB Leipzig nos últimos anos, mas já desde o verão passado que um salto para o Liverpool FC parece estar pendente. Contudo, o Chelsea FC aparece como um “candidato de última hora”, tentando realizar um “golpe de teatro” e retirar o jogador da rota dos “Reds”.

Artigo revisto por Joana Mendes

Alexandre Candeias

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quem é o rei da Andaluzia? É o Real Bétis. Ah, bem me parecia!

SEVILHA, ESPANHA- As últimas temporadas permitiram confirmar um novo paradigma no futebol espanhol. A Andaluzia, recheada de históricos por todas as suas províncias, acabou por ver o Real Bétis transformar-se na instituição mais forte da região. O designado de número 1. Há poucas missões mais difíceis que esta. Uma Comunidade Autónoma larga, com cidades com um espólio enorme, não é fácil de dominar. Para isso, os béticos lograram montar um projeto com vários prazos e uma figura central, beneficiando também do mau momento vivido por outras instituições. Ao pensarmos no futebol na Andaluzia, sem dúvida alguma que o Real Bétis é um dos primeiros emblemas que nos vêm à cabeça. No entanto, o Sevilha já foi o Rei da Europa League e é lembrado em primeiro lugar por muitos. Málaga, Granada, Cádiz, Almería, Real Jaén… as preferências dividem-se, como em tudo. Porém, o domínio estabelecido pela instituição do Benito Villamarín é inegável. Vivemos tempos em que o verde e brancos está na moda no sul de Espanha.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.