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A CRÓNICA – COM OU SEM BRILHO, EIS OS TRÊS PONTOS

Com muitas mexidas do lado dos Wolves, onde figuraram seis portugueses de início, e apenas uma da parte dos reds, o Liverpool recebeu e venceu os pupilos de Nuno Espírito Santo, mas estes “venderam” a derrota “bem caro”. O nulo só foi desfeito perto do intervalo, por Sadio Mané, mas não fosse uma má ação do vídeo-árbitro e teria sido reposta a igualdade minutos depois, por Pedro Neto. Confortáveis com a vantagem e com a clara superioridade nos números da posse de bola, os comandados de Jurgen Klopp foram tentando gerir o jogo, mas várias foram as ocasiões em que os “lobos” causaram frisson na frente da baliza de Alisson. No entanto, quando se tem a “estrelinha de campeão” e estamos num dia bom, nada nos tira a vitória. Mais três pontos para a caminhada dos rapazes de Anfield, que parece cada vez mais destinada a terminar com a Premier League nas suas mãos.

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A FIGURA

Fonte: Liverpool FC

Sadio Mané – Não foi o jogo mais brilhante de nenhum dos homens do “trio fantástico” do Liverpool, mas o golo de Mané fez com que sobressaísse em relação a todos os outros colegas e adversários. Apesar de não ter sido uma atuação de “mão cheia”, é um jogador imprevisível e uma ameaça constante.

O FORA DE JOGO

Fonte: Liverpool FC

Mohamed Salah – Dos jogadores de quem se esperava mais, foi o que menos fez. A falta da sua intervenção mais ativa foi notória nas poucas oportunidades claras de golo de que o Liverpool dispôs, sendo esta uma das razões para a curta vantagem nesta vitória.

ANÁLISE TÁTICA – LIVERPOOL FC

No papel constava um 4-3-3, mas quase nunca foram só três as “miras” apontadas à baliza adversária. Aproveitando a elevada qualidade para subir no terreno que os laterais têm, bem como a propensão ofensiva que os médios mais centrais também demonstram, os “Reds” controlaram a bola de início ao fim. No entanto, não se superiorizaram como em tantos outros encontros da atual época, e prova disso são as somente duas grandes oportunidades que possuíram para fazer golo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Alisson Becker (7)

Trent Alexander-Arnold (7)

Joe Gómez (7)

Virgil Van Dijk (7)

Andrew Robertson (6)

Jordan Henderson (6)

Georginio Wijnaldum (6)

Adam Lallana (6)

Sadio Mané (8)

Mohamed Salah (6)

Roberto Firmino (6)

SUBS UTILIZADOS

Naby Keita (6)

James Milner (6)

Divock Origi (6) 

ANÁLISE TÁTICA – WOLVERHAMPTON WANDERERS FC

Dispostos num 3-5-2, coube a Pedro Neto e Diogo Jota serem as duas unidades mais adiantadas do sistema, enquanto João Moutinho e Rúben Neves tiveram a companhia de Dendoncker no centro do terreno, para condicionar os três do “miolo” do Liverpool. Contudo, foi mais o tempo que passaram em 5-3-2, com Jonny e Vinagre a juntarem-se aos centrais para anular o poderio ofensivo dos “Reds”. A partir da hora de jogo voltou o habitual 3-4-3, e com ele veio também Adama Traoré, mas o extremo espanhol não demonstrou o “poder de fogo” das últimas partidas.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Rui Patrício (6)

Ryan Bennett (6)

Conor Coady (7)

Max Kilman (7)

Jonny Castro (6)

Leander Dendoncker (6)

Rúben Neves (6)

João Moutinho (7)

Rúben Vinagre (7)

Pedro Neto (7)

Diogo Jota (6)

SUBS UTILIZADOS

Romain Saiss (6)

Adama Traoré (6)

Raúl Jiménez (6)

Foto de Capa: Liverpool FC

artigo revisto por: Ana Ferreira

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