Última horaManchester United pode provocar ‘terramoto’ no que diz respeito aos treinadores: eis o alvo dos red devils
Publicidade

Manchester United FC 2-0 Reading FC: Red devils seguem em frente, Solskjaer segue invicto

Gonçalo Taborda · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

No quinto jogo ao comando dos red devils, Ole Gunnar Solskjaer e o seu Manchester United recebiam o Reading Football Club em casa, procurando manter o seu registo 100% vitorioso e progredir na competição futebolística de clubes mais antiga do mundo, a FA Cup.

A equipa da casa, frente a um adversário da segunda divisão, entrou por cima e confirmou o favoritismo aos 23 minutos, quando o árbitro, após consultar o VAR, considerou que Liam Moore derrubou Juan Mata dentro da grande área. O espanhol ganhou a falta e converteu a grande penalidade, fazendo o 1-0.

O Reading respondeu bem e em duas situações de contra-ataque deu problemas a Sergio Romero.

No fim da primeira metade era a equipa forasteira que estava mais perto do golo, mas foi o Manchester United que conseguiu ampliar a vantagem.

Após uma transição rápida, Alexis Sànchez rasgou a defesa adversária com um passe que encontrou Romelu Lukaku. O belga fintou o guarda redes, Anssi Jaakkola, e encostou para a baliza vazia e fez o 2-0.

Na segunda parte, Solskjaer procurou dar minutos aos jogadores mais jovens, lançando Thaith Chong e Marcus Rashford. O Reading ainda ameaçou, obrigando Romero a fazer uma defesa monumental aos 52 minutos.

Tahith Chong fez a estreia oficial pelos red devils
Fonte: Manchester United

A equipa visitante sai de Old Trafford amargurada, sabendo que podia, no mínimo, ter feito um golo. No final de contas, os red devils foram melhores e conseguem seguir em frente na Taça de Inglaterra, mantendo o registo totalmente vitorioso do novo treinador.

LÊ MAIS: 5 nomes para onde pode apontar a Luz

Onzes Iniciais e substituições:

Manchester United FC: S. Romero; A. Young; P. Jones; M. Darmian; D. Dalot; A. Pereira; S. McTominay; Fred (M. Fellaini, 61’); A. Sanchéz (M. Rashford, 64’); J. Mata (T. Chong, 61’); R. Lukaku.

Reading FC:  A. Jaakkola; O. Richards; L. Moore; T. Ilori (S. Aluko, 46’); A. Yiadom; A. Rinomhota; L. Kelly; C. Harriott (Y. Meite, 76’); J. Swift; G. McCleary (M. Barrow, 61’); D. Loader.

FIGURA:

Fonte: Manchester United FC

Juan Mata – Ganhou e converteu o penálti que pôs o United na frente. Mesmo não tendo jogado a partida inteira, foi o melhor em campo: calmo, frio e competente. Solskjaer parece ter chegado para nos lembrar de que o médio espanhol é dos melhores que há na sua posição.

FORA DE JOGO:

Fonte: Reading FC

Omar Richards – Num jogo em que nenhum jogador do Reading esteve brilhante, e em que os atacantes desperdiçaram várias oportunidades claras, o “fora de jogo” acabou por ser Omar Richards, o defesa esquerdo. Concedeu a falta sobre Juan Mata, originando o penálti que levou ao primeiro golo do Manchester United.

Na segunda parte, também acabou por dar demasiado espaço ao jovem Tahith Chong, que só não aproveitou as suas falhas por inexperiência.

 

Foto de Capa: Manchester United FC

Artigo revisto por: Rita Asseiceiro

Gonçalo Taborda

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

A ligação do Celtic à cidade de Lisboa e a rumaria ao Jamor (1967)

A edição 2026/27 da UEFA Europa League marca o regresso do Celtic a Portugal, em especial à cidade de Lisboa. Onde já foi feliz e conquistou o maior título do seu palmarés: a Taça dos Campeões Europeus 1966/67. O momento é ainda mais histórico quando se olha para o histórico dos bhoys no nosso país. O Celtic jogou no nosso país por 13 vezes (12 contra equipas portuguesas) e venceu por três ocasiões. Duas das mesmas foram contra equipas lusas, ao Boavista (1-0 em 2002/03) e Vitória SC (2-1 em 1998/99). Na capital foi sempre derrotado por Benfica (quatro vezes) e Sporting (duas vezes). A exceção foi mesmo no dia 25 de maio de 1967.   Perante um Portugal ainda assombrado pela ditadura do Estado Novo, mas ainda assim anfitrião da final da competição, foi no Estádio do Jamor que se presenciou uma das mais épicas finais de sempre da Taça dos Campeões Europeus. Frente a frente com o Celtic estava o Inter de Milão. O estatuto de ambos não podia ser mais diferente. Enquanto os escoceses estavam numa final da Taça dos Campeões pela primeira vez, os italianos já eram bicampeões (venceram a competição em 1964 e 1965). Tal como era a primeira vez que uma equipa britânica estava na final, em contraste com os italianos que já a tinham vencido por três vezes (AC Milan em 1963 além das duas eterno rival da mesma cidade).

Jorge Afonso · 3 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Entrada à guerreiro na Dinamarca | FC Copenhaga x Braga

Tem início esta quinta-feira (dia 15 de outubro), a sexta edição da UEFA Conference League. Sinónimo de começo da caminhada da única equipa portuguesa na competição. O Braga desloca-se à Dinamarca para defrontar o Copenhaga. Duas equipas que têm um percurso semelhante na Conference League até ao momento. Ambas tiveram acesso à mesma através da passagem de três eliminatórias, os dois emblemas venceram quatro jogos e empataram dois e procuram agora entrar na competição com uma vitória. Se Copenhaga e Braga têm ambições a fazer um percurso europeu notável, o único aspeto que separa as duas equipas a nível interno. Se uma é já uma tradicional candidata ao título no seu país, a outra ainda está um patamar atrás dos tradicionais (três) candidatos. Entrar a ganhar na Conference League é muito importante para a equipa de Carlos Vicens começar um novo ciclo de bons resultados. Ocupando atualmente o sétimo lugar na Liga Portuguesa tendo mais jogos não ganhos (quatro) do que ganhos (três) e tendo tantos golos sofridos como marcados (oito cada), é relevante para os bracarenses reverter a situação o quanto antes. Dentro da própria equipa, a situação não aparenta estabilidade total. Se é verdade que o modelo tático é o mesmo desde a época passada e as próprias opções, que são múltiplas para cada posição, têm tido utilização regular, também é verdade que Vicens ainda não repetiu totalmente um onze de um jogo para outro. De jogo para jogo, tem existido praticamente uma alteração por setor, existindo sempre alguma incerteza nas opções e são poucos os que em condições normais são considerados "titulares indiscutíveis".

Jorge Afonso · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.