Publicidade

Tottenham Hotspur FC 1-2 Liverpool FC: Domínio “red” em casa dos Spurs

Carlos Ferreira Silva · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Este encontro para a 5.ª jornada da Premier League cruzou o atual líder da tabela (o Liverpool) contra os spurs que se encontram em 5º lugar a apenas três pontos dos líderes. Um jogo com dois grandes planteis, repletos de nomes vistosos prometeram um espetáculo, e não desiludiram. Com dois tipos de futebol distintos o Liverpool tentou tirar partido da sua ofensiva extremamente rápida e por várias ocasiões logo na primeira parte ia usufruir desse aspeto. Por outro lado, o Tottenham tentou chegar ao golo através do jogo aéreo, algo que faz todo o sentido quando se tem um ponta de lança como Harry Kane.  No entanto, esta primeira parte apesar de muito disputada mostrou um Liverpool mais atrevido e com melhores oportunidades de golo com os extremos a conseguirem sobrepor a sua velocidade ao posicionamento dos defesas londrinos.

Curiosamente o primeiro golo nasce de cabeça, após um lance de bola parada, mas para o Liverpool que conseguiu capitalizar da melhor forma um ressalto e Wijnaldum mais alto que todos conseguiu inaugurar o marcador aos 39 minutos. A primeira parte terminou assim com o Liverpool em vantagem e o Tottenham a não conseguir acompanhar o ritmo de jogo dos reds.

Wijnaldum abriu o marcador para os reds ainda na primeira parte.
Fonte: Liverpool FC

O jogo ficou sem dúvida mais animado na segunda parte, os primeiros minutos foram fervorosos com grandes oportunidades de golo para ambas as equipas. Aos 53 minutos de jogo foi mesmo o Liverpool a alargar a vantagem. Uma jogada que começa com um passe fantástico de Robertson, e após alguma sorte e confusão na área, Roberto Firmino encosta o tento deixando assim o Liver mais folgado. Um jogo que contou com um Liverpool muito organizado e um Tottenham sem conseguir compensar, no entanto, já na fase final do jogo Lamela equilibra mais as contas e marca para os spurs, estabelecendo assim o resultado final de 1-2. Ficou a sensação que os reds podiam ter ganho por mais.

Onzes iniciais:

Tottenham: Vorm; Rose; Vertonghen; Alderweireld; Trippier; Dier(Wanyama 83’); Dembelé(Lamela 60’); Winks(Son 73´) ; Eriksen;  Lucas e Kane.

Liverpool: Alisson; Robertson; Van Dijk; Gomez; Alexander-Arnold(Matip 90’); Keita(Sturridge 83’); Wijnaldum; Milner; Mané; Firmino(Henderson 74´) e Salah.

A FIGURA:

Fonte: Liverpool FC

Roberto Firmino – Em grande forma, esteve presente no jogo defensivo da equipa, na construção de jogo trocando a bola muito bem no meio campo adversário e marcou um golo. Toda a equipa do Liverpool esteve muito consistente e Firmino foi a representação dessa consistência.

O FORA DE JOGO:

Fonte: Tottenham Hotspur FC

Harry Kane – Muito apático hoje, não conseguiu mostrar aquilo que faz melhor (golos). Não foi ao encontro da bola, não fez perigo, previsível. O seu parceiro Lucas Moura esteve muito mais em voga e muito mais presente no encontro o que indica que não foi só culpa da tática apresentada pelo Tottenham mas pelo facto de Kane não ter tido um dia áureo. Inclusive. Lamela fez bem mais no reduzido tempo de jogo que teve.


Foto de Capa: Liverpool FC

 

 

 

 

Carlos Ferreira Silva

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.