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Bologna FC 1-4 Juventus FC: “Vecchia Signora” garante Liga dos Campeões com goleada

Diogo Mimoso Ferreira · 4 min

Bologna FC 1-4 Juventus FC: “Vecchia Signora” garante Liga dos Campeões com goleada
Foto: Juventus

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A CRÓNICA: JOGO DECIDIDO NA PRIMEIRA PARTE

A Juventus FC venceu o Bologna FC na partida correspondente à 38ª jornada, a última da temporada. A “Vecchia Signora” conseguiu alcançar a quarta posição da tabela classificativa, que garante um lugar de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões, beneficiando do empate do SSC Napoli frente ao Hellas Verona FC.

A Juventus FC começou muito bem a partida, e logo ao minuto 6’, Chiesa inaugurou o marcador numa recarga a remate de Rabiot que embateu na trave da baliza adversária. A “Vecchia Signora” demonstrou superioridade em relação ao adversário durante toda a primeira parte, apesar do Bologna FC tentar responder com algumas jogadas de relativo perigo.

Ao minuto 29’, Morata ampliou a vantagem da formação de Turim, após um excelente trabalho de Dybala. O avançado espanhol apenas teve de encostar perante uma baliza deserta. A equipa visitante chegou ao terceiro golo com relativa facilidade, e em cima do intervalo, Kulusevski isolou Rabiot, que finalizou um belo desenho ofensivo da Juventus FC.

No regresso dos balneários, a Juventus FC apontou o quarto golo da partida, por intermédio de Morata. Momentos antes, Palacio ainda introduziu a bola na baliza adversário, mas o golo acabaria por ser anulado. Mesmo a sofrer uma derrota pesada, a formação da casa procurava reduzir a desvantagem, construindo alguns lances de perigo.

Quando faltavam cinco minutos para o final da partida, Orsolini apontou o “golo de honra”, com assistência de Palacio. Pouco depois, Dybala atirou ao poste da baliza adversária, mas a formação de Turim acabou mesmo por vencer por quatro bolas a uma.

A FIGURA


Álvaro Morata- O avançado espanhol respondeu de forma positiva à aposta de Pirlo, e apontou dois dos golos da goleada aplicada pela Juventus FC. Foi essencial na construção desta vitória, quer colocando a bola no fundo das redes adversária, como também a trabalhar em prol da equipa. Uma exibição de excelência num dos jogos mais decisivos da temporada, que garantiu a presença na próxima edição da Liga dos Campeões.

O FORA DE JOGO


Łukasz Skorupski- O guardião polaco realizou um jogo infeliz, sofrendo quatro golos, tendo alguma culpa no resultado avolumado. Apesar de todo o setor defensivo do Bologna FC demonstrar muitas dificuldades em travar o ataque feroz da “Vecchia Signora”, Skorupski podia ter feito muito melhor na abordagem a três dos quatro golos sofridos.

 

ANÁLISE TÁTICA- BOLOGNA FC

A formação comandada por Siniša Mihajlović alinhou num desenho tático de 4-3-3, mas com diversas mutações que ocorreram durante o encontro. Em situação de controlo de posse de bola, a construção de jogo era realizada a três elementos na zona defensiva. Tomiyasu, a atuar a partir do corredor direito, juntava-se aos defesas centrais Medel e Soumaoro, permitindo ao lateral esquerdo, De Silvestri apoiar o setor ofensivo.

No tridente de meio-campo, Schouten era o jogador mais recuado, apoiado por Svanberg e Vignato, que se posicionavam com mais liberdade. Vignato demonstrou-se bastante móvel, aparecendo muitas vezes sobre a ala direita, apesar de partir do corredor central. Na frente de ataque, Olsen ocupou o corredor direito, enquanto Palacio e Barrow realizavam trocas constantes estre o corredor central e ala esquerda.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Łukasz Skorupski (4)

Takehiro Tomiyasu (6)

 Gary Medel (5)

Adama Soumaoro (5)

 Lorenzo De Silvestri (5)

Jerdy Schouten (6)

Mattias Svanberg (6)

 Andreas Skov Olsen (5)

Emanuel Vignato (6)

Musa Barrow (5)

Rodrigo Palacio (7)

SUBS UTILIZADOS

Riccardo Orsolini (7)

Nicola Sansone (6)

Valentin Antov (6)

Paolo Faragò (5)

Andri Baldursson (-)

ANÁLISE TÁTICA- JUVENTUS FC

A equipa orientada por Andrea Pirlo apresentou-se num esquema tático de 4-4-2 clássico, com destaque para ausência de Cristiano Ronaldo do “onze” inicial. A “Vecchia Signora procurou sobretudo criar perigo através de transições rápidas, explorando a velocidade e técnica de Kulusevski e Chiesa. A linha defensiva foi formada por de Ligt, que foi posteriormente substituído por Bonucci, e Chiellini no centro da defesa, com apoio nas laterais de Alex Sandro e Cuadrado, que garantiu mais vigor ofensivo. Com a saída de Chiellini, Alex Sandro ocupou a posição de defesa central.

No miolo do terreno, Danilo jogou adaptado a médio, sendo o elemento mais recuado, comparativamente com Rabiot, que atuou com maior liberdade posicional. Chiesa e Kulusevski atuavam a partir dos corredores, enquanto na frente de ataque encontravam-se Morata e Dybala. Morata era o avançado mais posicional, enquanto Dybala garantia apoio. O argentino recuava no terreno de jogo com alguma frequência, com o objetivo de apoiar os médios centro no processo de construção de jogo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Wojciech Szczęsny (7)

Juan Cuadrado (7)

Matthijs de Ligt (6)

Giorgio Chiellini (6)

Alex Sandro (6)

Dejan Kulusevski (7)

Danilo (6)

Adrien Rabiot (6)

Federico Chiesa (7)

Álvaro Morata (8)

Paulo Dybala (7)

SUBS UTILIZADOS

Leonardo Bonucci (6)

Arthur (6)

Weston McKennie (5)

Carlo Pinsoglio (6)

Federico Bernardeschi (6)

Diogo Mimoso Ferreira

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