Última horaAC Milan de Ruben Amorim traz novidade e há renovação no ataque
Publicidade

Liga Inglesa | 5 jogadores que estiveram a um passo da Premier League

Alexandre Candeias · 3 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O mais recente mercado de transferências foi mais contido do que os dos últimos anos, mas ainda assim não tanto como se esperava, face aos efeitos provocados pela pandemia que o mundo atualmente atravessa. No que diz respeito à Liga Inglesa, muitos foram os reforços que entraram nas equipas do principal escalão e que chegaram a Terras de Sua Majestade. Contudo, existiram negócios que estavam praticamente fechados… Mas não se concretizaram. Ora, são os cinco principais negócios falhados que figuram na seguinte lista.

5.


Rodrigo De Paul – O negócio entre a Udinese Calcio e o Leeds United FC esteve fechado, com termos de transferência (40 milhões de euros) entre clubes e pessoais, com o atleta acordados. No entanto, nas últimas horas de mercado, o clube britânico que este ano regressou à Liga Inglesa optou pela contratação de Raphinha (antigo jogador do Sporting CP) e, assim, desistiu do médio argentino.

4.


Kalidou Koulibaly – Apesar do desejo do Manchester City FC em contar com o jogador senegalês, as propostas que chegaram ao SSC Napoli não convenceram os dirigentes italianos. O presidente napolitano, Aurelio De Laurentiis, chegou a admitir que o jogador poderia sair “pelo preço certo”, mas as tentativas do clube de Manchester nunca passaram dos 65 milhões de euros, valor pelo qual acabaram por conseguir contratar Rúben Dias ao SL Benfica.

3.


Michaël Cuisance – O agora jogador do Olympique de Marseille chegou mesmo a ter contrato assinado com o Leeds United FC. No entanto, um problema detetado aquando dos exames médicos poderá ter estado na origem da quebra negocial entre os britânicos e o FC Bayern. Uma outra versão aponta para um desacordo entre alemães e ingleses quanto aos termos e datas de pagamento, mas o que é certo é que a transferência foi abortada inesperadamente.

2.


Houssem Aouar – O alvo de mercado do Arsenal FC esteve a um pequeno passo de rumar a Londres e à Liga Inglesa, mas já perto do fecho do mercado as negociações com o Olympique Lyonnais caíram em definitivo. Depois de muitos altos e baixos durante meses e dos termos pessoais já estarem acertados com o médio francês, os responsáveis londrinos nunca chegaram ao valor pretendido pelo clube gaulês, o que impossibilitou a concretização da transferência.

1.


Jadon Sancho – Neste negócio, se num dia aparentava estar tudo certo, no outro surgiam impedimentos a inviabilizar o regresso do talentoso extremo a Inglaterra. No final, foi por 30 milhões que o Manchester United FC não conseguiu contratar Sancho, pois não apresentou nenhuma proposta além dos 90 milhões de euros e o BVB Dortmund pretendia encaixar 120. Foi uma das grandes “novelas” deste verão e promete não ficar por aqui.

Artigo revisto por Joana Mendes

Alexandre Candeias

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.