Publicidade

6 lendas inglesas que hoje são treinadores em busca do estrelato

Diogo Grácio · 4 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Lembras-te da Taça do Mundo de 98? E do Europeu de 2000? Talvez não te recordes bem, mas de certeza que te lembras do Euro 2004 que se realizou no nosso país. E da seleção inglesa que Portugal derrotou nos quartos de final, depois das grandes penalidades? John Terry, Wayne Rooney, Sol Campbell, Frank Lampard, Steven Gerrard, Paul Scholes, David Beckham, Gary Neville… lembras-te destes jogadores? Pois, hoje, seis desses jogadores continuam ligados ao Futebol, mas como treinadores. Parece que para estes seis, o Futebol é a grande paixão e, mesmo depois de pendurarem as chuteiras, continuam a querer festejar no relvado, mas desta vez junto aos bancos. Lampard, Neville, John Terry (como adjunto), Gerrard, Sol Campbell e Scholes são hoje treinadores, e só um deles não está em Inglaterra.

6.

Fonte: Aston Villa FC

John Terry – Uma grande figura do Chelsea FC e também da seleção inglesa. John Terry terminou a carreira no Aston Villa FC, onde decidiu também começar a sua experiência a partir do banco. Neste momento, John Terry é “apenas” treinador adjunto, mas não recusa a ideia de vir a assumir o papel de treinador principal de uma equipa, no futuro.

5. 

Fonte: Rangers FC

Steven Gerrard – Um dos melhores médios-centro do Mundo, é hoje treinador. Steven Gerrard, depois de terminar a sua carreira enquanto jogador, decidiu abraçar o desafio de se tornar mais um, entre tantos, técnico de Futebol profissional. Depois de pendurar as botas em 2016, nos Estados Unidos (jogava ao serviço do LA Galaxy), Gerrard regressou à cidade de Liverpool um ano mais tarde para assumir a função de treinador dos Sub-18 do Liverpool FC, clube que representou durante 24 anos. Hoje, o antigo médio-centro é o treinador principal do Rangers FC.

O jovem técnico está a fazer um bom trabalho na Escócia, uma vez que a sua equipa se situa no segundo lugar e a lutar pelo título escocês que foge desde 2010/11. A carreira de Steven Gerrard começou agora, mas quem sabe se mais tarde o veremos como treinador principal dos Reds.

4.

Fonte: The Independent

Sol Campbell – O antigo defesa-central da seleção também se quis tornar treinador depois de abandonar as quatro linhas, em 2010. Sete anos depois de terminar a carreira no Newcastle United FC, o defesa, que também representou o Tottenham Hotspur FC e Arsenal FC, foi convidado para ser treinador adjunto da seleção do Trinidad e Tobago. A passagem pela seleção da América Central foi curta, e esta temporada assumiu o comando técnico do Macclesfield Town FC, que está no quarto escalão do futebol inglês.

A tarefa do técnico não tem sido fácil, isto porque em 15 jogos disputado ao serviço do clube, Campbell ainda só conseguiu vencer por cinco vezes. O clube está no penúltimo lugar da League Two e tem de lutar até ao fim para evitar a descida de divisão. O antigo número seis da seleção também começou agora o desafio de ser treinador de Futebol e quem sabe se ainda o vamos ver a comandar os Gunners, ou até os Spurs…

3.

Fonte: Sports Mole

Frank Lampard – Outro antigo médio-centro que atualmente assume funções como treinador principal. O eterno capitão do Chelsea FC começou esta temporada a sua carreira junto aos bancos. Frank Lampard, ao contrário do compatriota Steven Gerrard, começou a treinar em Inglaterra, no Derby County FC.

Depois de terminar a sua carreira como jogador nos Estados Unidos, desta vez à semelhança de Gerrard, Lampard voltou a Inglaterra para tentar a sua sorte no mundo dos treinadores. A equipa orientada pelo inglês, que disputa o Champioship, tem feito um bom campeonato e está no sétimo lugar, a lutar por um acesso aos play-offs. O regresso à Premier League, quer para o Derby County FC, quer para Lampard, pode acontecer já este ano. E quem sabe se daqui a uns anos não vemos Frank Lampard como treinador principal do seu clube de coração, o Chelsea FC.

2.

Fonte: Oldham Athletic AFC

Paul Scholes – Para completar o trio do meio-campo da seleção inglesa que disputou o Euro 2004 só falta Paul Scholes. O médio juntou-se a Gerrard e Lampard, e na semana passada assumiu o comando técnico do Oldham Athletic AFC, clube que disputa o quarto escalão do futebol inglês, tal como o Macclesfield Town de Sol Campbell.

Depois de 23 anos ao serviço do Manchester United FC, Scholes decidiu terminar a sua carreira enquanto jogador. No entanto, não deixou de estar ligado ao futebol inglês e ao United. No ano seguinte, Scholes foi convidado por Ryan Giggs para ser treinador adjunto dos red devils, quando o galês assumiu a equipa principal. Entretanto, o antigo médio-centro inglês deixou o futebol e só voltou este ano. Já orientou a sua equipa em dois jogos e ainda não perdeu. Scholes está a tentar ajudar o Oldham AFC a chegar a um lugar que dê acesso aos play-offs de subida, uma vez que está a apenas cinco pontos desse lugar. Paul Scholes como técnico do Manchester United? Talvez, mais tarde…

1.

Fonte: The Independent

Gary Neville – Gary Neville, o antigo defesa-direito da seleção inglesa, depois de terminar a sua carreira, também continuou no Futebol, como treinador adjunto da seleção dos três leões. Na temporada 2015/16, Neville foi convidado para assumir a equipa principal do Valencia CF, que estava a passar por um mau momento. No entanto, a sua passagem por Espanha foi curta, tendo orientado a equipa em apenas 28 jogos, e regressou à seleção nacional inglesa para voltar a ser adjunto do selecionador Roy Hodgson. Entretanto, Gary Neville deixou de estar ligado ao Futebol quando Hodgson deixou a seleção nacional. Dos cinco jogadores que disputaram o Euro 2004 e que se tornaram posteriormente treinadores, este foi aquele que menos sucesso teve junto aos bancos.

Atualmente dedica-se à carreira de comentador-analista de desporto na televisão britânica.

Foto de capa: BT Sport

Diogo Grácio

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Sporting

A nova fase do leão | Shakhtar Donetsk x Sporting CP 

Anunciada a saída de Rui Borges do comando do Sporting e com Paulo Fonseca de malas feitas, os verdes e brancos preparam-se para enfrentar o Shakhtar Donetsk, em solo inglês, em embate relativo à quarta jornada da Liga dos Campeões. Ainda na ressaca do primeiro desaire europeu, sofrido em Alvalade diante do LASK por 3-2, os pupilos orientados por Tiago Fernandes, treinador interino que vai constar no banco de Stamford Bridge, apontam as suas fichas ao regresso aos triunfos, numa fase em que vão entrar num ciclo completamente exigente na prova milionária, com encontros marcados com gigantes do futebol europeu.

Inês Flores · 3 min de leitura
Ler a crónica
Benfica

Depois do Halloween, apareceu um Diablito para evitar uma ida do Benfica às bruxas

Uma equipa grande também se faz naqueles jogos mais chatinhos, onde a inspiração se perde nos poros de suor e nada parece correr bem. Será algo do género que Andreas Schjelerup terá ecoado ao intervalo, quando ficou no balneário, ou quando Gianluca Prestianni, talvez já moldado pelo peso do brilhantismo, enfrentou pela frente mais uma muralha de jogadores adversários. Se no final da época for feita uma compilação dos grandes momentos do Benfica, será pouco provável ver muitos lances deste jogo, talvez apenas aquele em que o argentino com um toque de classe fez a bola passar por entre as pernas de Touaizi, perdido no meio de tamanho inconformismo. O retrato geral, não o escondeu Marco Silva, numa dose de realismo que já há muito não se via nos corredores da Luz, foi desinspirado. Felizmente para os encarnados, há Echeverri. Não é o primeiro momento de brilhantismo desmedido do reforço de verão por quem a cláusula de opção de compra já se afigura uma mera formalidade, mas, fosse esse o caso, seria quase poético. Depois de se celebrar o Dia das Bruxas, Halloween para os falantes de inglês, brilhou no Estádio da Luz um Diablito, que impediu Marco Silva de procurar explicações para o tropeço nas bruxas e dissipou qualquer questão sobre os fantasmas do empate que assombraram o Benfica na última época. Quem tem um Joker assim, pode sempre sorrir.

Diogo Ribeiro · 5 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.