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O melhor 11 combinado entre Arsenal FC e Wolverhampton Wanderers FC

Diogo Soares Loureiro · 5 min

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Parece surpreendente, mas vou já levantar o véu de que os jogadores do Wolverhampton Wanderers FC estão em maioria. Apesar da incomparável história e palmarés entre as duas equipas, a verdade é que desde a entrada de Nuno Espírito Santo no comando técnico dos lobos, o rendimento da equipa e dos seus jogadores tem sido cada vez melhor, mais consistente e tem conseguido afirmar o clube na alta roda do futebol Inglês.

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Em contrapartida, um Arsenal FC em decadência, cada vez mais longe da conquista de títulos e que inclusivamente deixou de ser uma presença assídua na Champions League.

Apesar das duas equipas atuarem em sistemas bastante diferentes, vou utilizar uma tática de 3-5-2.

Guarda – Redes


Bernd Leno – Foi das decisões mais difíceis, porque Rui Patrício tem estado a excelente nível. Apesar de tudo, considero que o guardião Alemão tem carisma e uma presença mais forte/ intimidatória para os seus adversários.

Um jogador de seleção com enorme qualidade e que merecia uma equipa em melhor momento de forma.

Defesa Direito

Héctor Bellerín – Não fossem as lesões constantes e acho que tínhamos aqui um dos melhores laterais da Liga Inglesa (apesar da forte concorrência…)

Em forma, o Espanhol é um verdadeiro pesadelo para os adversários, principalmente pela enorme velocidade que possui, que lhe permite estar num vai e vem constante ao longo do flanco direito. Menção honrosa para Matt Doherty que está a fazer uma grande época e no momento atual até tem estado em melhor plano que o Espanhol.

Defesa Central


Conor Coady – Para mim, é absolutamente incontestável. É o totalista dos Wolves, jogador com mais minutos, capitão de equipa. Uma verdadeira voz de comando e extensão do treinador dentro de campo.

Não é um central top mundial, na medida em que penso que pelas suas caraterísticas teria algumas dificuldades em afirmar-se fora da Liga inglesa, mas é um jogador super regular, consistente e que raramente falha. Os seus níveis de concentração e de determinação são notáveis.

Defesa Esquerdo


Sead Kolašinac – O Bósnio é um verdadeiro portento físico. Com aquela raça típica dos jogadores oriundos dos Balcãs, Kolašinac tem sido o defesa mais regular da equipa Londrina.

À semelhança do guarda redes Leno, acho que seria um jogador ainda mais valorizado se estivesse enquadrado numa equipa com menos problemas defensivos. Gostava de o ver no Atlético de Madrid com Diego Simeone.

Médio Defensivo


Lucas Torreira – Parece-me a escolha mais discutível deste onze inicial. Aceito uma eventual discórdia, mas é um jogador que aprecio bastante, que considero que dá equilíbrio à equipa do Arsenal, apesar de incompreensivelmente nem sempre ser titular.

Até porque, olhando para o plantel do Wolves, não há nenhum médio defensivo com a capacidade de desarme e de destruir jogo do Uruguaio.

Médio Centro


Rubén Neves – Classe pura. Um jogador de fino recorte técnico, com uma capacidade de passe longo e de remate como pouco se vê no futebol atual.

Do top dez de golos do século do Wolves, provavelmente sete ou oito da lista são do médio Português. Nem sempre marca, mas quando marca é sempre em grande estilo e de levantar o estádio.

Médio Centro


João Moutinho – Preciso mesmo de justificar a escolha?

Com trinta e três anos e duas épocas (não completas) ao serviço da equipa britânica, o médio já é o jogador com mais assistências na história do clube. Não erra um passe, joga sempre bem e faz toda a equipa jogar.

Em Portugal, França ou em Inglaterra, é um verdadeiro relógio Suíço e um titular indiscutível.

Ala Direito


Adama Traoré – Impossível não ficar babado a ver este jogador. Sai quase sempre dos jogos com as estatísticas favoráveis de jogador com mais dribles bem-sucedidos, além dos golos e imensas assistências que oferece aos seus companheiros.

Além de ser quase impossível tirar-lhe a bola, tendo em conta a sua condição física, é talvez o jogador mais rápido do campeonato.  Os seus cruzamentos saem sempre açucarados para a cabeça de Jimenez.

Ala esquerdo


 Diogo Jota – Que época do Português! Seja encostado na faixa ou a jogar mais pela zona central, o ex jogador do FC Porto e do Paços de Ferreira FC é um verdadeiro perigo à solta.

Rápido, técnico, com um remate portentoso e preciso, impressiona pela sua capacidade de desmarcação e também pela leitura que faz das movimentações das defesas adversárias.

Se mantiver este nível, Jota tem de ser aposta regular na Seleção nacional.

Avançado Centro


Pierre Aubameyang – Depois de se ter sagrado o melhor marcador Africano da história da Liga Alemã, foi o jogador mais rápido do Arsenal a atingir a marca de cinquenta golos, ultrapassando neste campo o mítico Thierry Henry.

Um jogador com faro de golo e que, pela sua rapidez, cria enormes dificuldades nas defesas adversárias. Por causa dele, Alexandre Lacazette passa mais tempo no banco.

Um jogador que tem tudo para continuar a fazer história na equipa Londrina.

Avançado Centro


Raúl Jiménez – Que máquina. Quem o viu no SL Benfica e no Atlético de Madrid ficou com a sensação de que era um jogador interessante, mas que lhe faltava qualquer coisa para explodir.

A sua ida para Inglaterra foi uma bênção. Não sei se foi Nuno Espírito Santo, o estilo de jogo da equipa ou a cultura do campeonato, mas a verdade é que Jimenez finalmente explodiu e tornou-se um dos avançados mais completos da Liga Inglesa.

Além dos imensos golos marcados, trabalha de forma incansável para o coletivo, ajuda em todos os momentos de jogo e é peça chave para o sucesso da equipa.

As suas combinações com Diogo Jota e Adama Traoré resultam quase sempre em golo e futebol espetáculo.

Artigo revisto por Joana Mendes

Diogo Soares Loureiro

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