Última horaChelsea pode ter baixa importante até ao final de 2026
Publicidade

Equipa do Ano 2014: Serie A

João Ferreira · 2 min

Equipa do Ano 2014: Serie A

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

liga_italiana

Com o ano de 2014 prestes a terminar, o Bola na Rede faz uma viagem pelos últimos 365 dias. Numa série de artigos, destacar-se-ão os protagonistas que marcaram um ano repleto de momentos que permancerão na memória de todos os amantes de Desporto.

GR: Perin (Génova)
Uma das grandes revelações da Serie A. Os 11 jogos sem sofrer golos na época passada e os 6 que leva na presente temporada asseguram-lhe o lugar neste 11 e atestam-no como o mais promissor guarda-redes do campeonato.

DD: Lichsteiner (Juventus)
O suíço é uma autêntica locomotiva no flanco direito dos campeões italianos. No ano de 2014 somou 10 assistências e 4 golos. Um ano produtivo e consistente deste lateral direito.

DC: Benatia (Roma)
O marroquino foi o coração da defesa romana no ano transacto e um dos ativos mais cobiçados do mercado. Apesar de já não morar na capital italiana, Benatia demonstrou mais do que o suficiente em 2014 para entrar nesta equipa.

DC: Chiellini (Juventus)
Um autêntico monstro todo-o-terreno na retaguarda bianconeri, completo e imperial.

DE: Darmian (Torino)
Outra das revelações da Serie A. Foi um dos responsáveis pela excelente época do Toro. Polivalente (na última época jogou mais à direita e nesta tem ocupado o lado esquerdo) e muito seguro a defender.

MD: Callejón (Nápoles)
Uma autêntica bala no corredor direito dos napolitanos. O espanhol, recém-chegado à Serie A, teve uma época de estreia de sonho e na presente temporada não perdeu o ritmo. Foram 28 golos e 14 assistências desde que chegou.

MC: Pirlo (Juventus)
O Arquitecto é magia e classe em estado puro. A idade não parece afectá-lo; soma e segue à medida que os anos passam. Foi considerado Jogador do Ano da Serie A pelos restantes jogadores pelo terceiro ano consecutivo, algo que comprova o que referi.

MC: Vidal (Juventus)
Se Pirlo foi o cérebro, Vidal foi o coração e o motor de todo o jogo da Juventus. Apesar de ter baixado de forma nesta época, a temporada passada foi verdadeiramente estonteante e assegurou o seu lugar neste 11.

ME: Cerci (Torino)
Já não habita em Turim, mas 13 golos e 12 assistências na época passada fazem dele um inegável merecedor de um lugar nesta equipa.

PL: Immobile (Torino) **
O artilheiro maior da competição na época passada não podia ter sido descartado deste 11. A estrela do Torino e a revelação da prova na última temporada; afinal de contas passou de 5 em 12/13 para 22 golos na época 13/14.

PL: Tévez (Juventus) *
O argentino é a estrela maior da Serie A. Golos, garra e magia. Os italianos estão encantados com El Apache.

Treinador: Rudi Garcia (Roma)
Chegou a terras transalpinas levantando um misto de esperança e desconfiança. O renascer da Roma tem muito do trabalho do francês.

* Melhor jogador
** Revelação

Menções Honrosas: Pjanic (Roma), Candreva (Lazio), Cuadrado (Fiorentina) e Borja Valero (Fiorentina).

João Ferreira

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.