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5 duplas de irmãos que jogam ao mais alto nível

Marta Rebelo · 4 min

5 duplas de irmãos que jogam ao mais alto nível
Foto: SC Freiburg

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Sem certezas se isto evidencia uma infância problemática, ou se estou simplesmente a sofrer com a recorrente “síndrome do emigrante”, não poderia deixar de revelar que este tema me trouxe duas coisas à memória.

Primeiro, foi a entrada da nostálgica “duas vidas separadas pelo tempo”, do senhor Toy, a perseguir-me durante um bom bocado; depois, foi o mítico “Ponto de Encontro”, do senhor Henrique Mendes, a fazer-me sorrir e levar a mão à testa.

Sentimentalismos à parte, lembrei-me igualmente de várias duplas de irmãos que deixaram saudades.

Entre os manos Inzaghi, de Boer, Laudrup, Koeman e Neville, venha de lá o diabo e escolha, porque eu não consigo.

Além disso, e como tenho reparado que “eles andam aí”, apeteceu-me pegar em algumas duplas que me têm despertado a atenção.

Aqui fica uma lista dos cinco pares que no futuro se poderão juntar às lendas mencionadas acima.

5. Angeliño e Daniel Tasende

Dani Tasende? O irmão mais novo de um dos espanhóis mais irrequietos que conhecemos.

Também joga à esquerda, como lateral, e, para já, vai continuando a tentar a sua sorte em Espanha, ao serviço do Villarreal CF B.

As parecenças físicas são muitas, tal como o foco no ataque, mas o caçula ainda tem muito que pedalar para chegar aos pés do Krillin do RB Leipzig.

Agora é torcer para que os bons exemplos do mais velho deem um boost na carreira do mais novo.

4. Ryan e Steven Sessegnon

E gémeos?

Os manos Sessegnon jogaram juntos durante a maior parte das suas vidas e ambos ingressaram no Fulham FC, aos oito anos de idade.

Talvez apenas devido a uma complicada lesão no joelho, Steven acabou por ir ficando uns passos atrás do irmão que, entretanto, voou para Londres.

Como se costuma dizer, às vezes é preciso dar um passo atrás para dar dois à frente e, portanto, o elo mais fraco rumou agora à League One, para representar o Plymouth Argyle FC.

A ver vamos se os gémeos não acabam por nos trocar as voltas.

3. Nico e Keven Schlotterbeck

Mesma posição, mesmo clube, aqui é o mais novo que aparenta já estar uns furos acima.

Os centrais do SC Freiburg, e o jovem Nico em particular, em muito têm ajudado os alemães do sul a manter a segunda melhor defesa no campeonato.

Resta-lhes aproveitar o tempo que ainda têm juntos, porque me parece por demais evidente que pelo menos um deles irá em breve rumar a outras paragens.

2. Marcus e Khéphren Thuram

Tendo o pai em consideração, e como diria a minha melhor amiga em tom muito característico de brincadeira, é caso para dizer que a maçã não caiu muito longe da árvore.

O jovem Khéphren tem estado em destaque em França, conquistando aos poucos o seu espaço no vibrante OGC Nice de Christophe Galtier.

Aconteça o que acontecer, Lilian Thuram tem mais do que razões para estar orgulhoso dos seus rebentos.

1. Jude e Jobe Bellingham

Se o “pequenino” sair ao “grande” como se espera, podemos muito bem estar a falar de um dos futuros melhores pares de irmãos do futebol mundial.

Enquanto o primeiro chegou cedo ao BVB Dortmund para sacudir, e bem, a Bundesliga, o segundo anda por Birmingham a dar sinais de que irá seguir as passadas largas do irmão.

“Não percam o próximo episódio, porque nós também não.”

Marta Rebelo

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