Publicidade

Liga Bielorrussa| A exceção à regra

Filipe Carvalho · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

É no leste da Europa, longe dos habituais palcos do estrelato, que se vive uma realidade completamente diferente do resto do continente. Quer seja em termos desportivos, ou de qualquer outro setor da atividade laboral. É na Bielorrússia, país que a nível de população pode dizer-se “à imagem” de Portugal (aproximadamente 9,5 milhões), porém distinto nas ideologias e hábitos praticados, sobretudo nesta época de combate à Covid-19.

O Presidente da República, Aleksander Lukashenko, continua a desvalorizar a pandemia que tem vindo a assombrar o mundo. O líder bielorrusso não implementa medidas de prevenção, e ainda incentiva a população a fazer o seu dia a dia, como se nada fosse: “A vida continua. Não podemos colocá-la em espera”, disse. Enquanto isto, o país conta já com 104 casos de infeção confirmados e uma morte.

Desta forma, a Liga de futebol começou este mês – campeonato composto por 16 equipas, que apenas se inicia em março devido às condições climatéricas durante o inverno – e tem atraído o interesse de canais televisivos de outros países. Se o interesse de plataformas oriundas de Rússia e Ucrânia pode considerar-se natural (pela proximidade geográfica e cultural), o mesmo não se pode dizer de nações como Israel e Índia.

Fonte: FC Bate

Contudo, este pode ser um dos poucos pontos positivos para a Bielorrússia, consequentes dos efeitos do novo Coronavírus, bem como da postura orgulhosa do seu maior representante (que para muitos, é o último ditador do Velho Continente). Graças à suspensão dos principais campeonatos, os jogadores deste podem dar-se a conhecer a outras paragens, valorizando-se, o que não é propriamente normal nesta realidade.

Decorridas duas jornadas, o FC Minsk lidera; em contraposição, clubes de maior renome internacional, como o Dínamo Minsk e o BATE Borisov, estão nesta altura “afundados” na tabela classificativa. O mesmo BATE que venceu 13 das últimas 15 edições da prova, e que tem sido o expoente máximo da Bielorrússia no panorama internacional.

 

Artigo revisto por Joana Mendes

Filipe Carvalho

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Luuk de Jong | O que poderia ter sido no Dragão sem lesões

A passagem de Luuk de Jong pelo FC Porto deixa uma sensação de que poderia ter sido muito mais marcante se as lesões não tivessem surgido pelo caminho. Apesar das dificuldades físicas que enfrentou, o avançado neerlandês demonstrou qualidades que justificavam a confiança depositada nele e que faziam acreditar num contributo importante para a equipa azul e branca. Luuk de Jong é um ponta de lança com características muito próprias. A sua capacidade de jogar de costas para a baliza, a força no jogo aéreo, o sentido de posicionamento e a eficácia na finalização fazem dele um avançado capaz de resolver jogos e oferecer soluções diferentes no ataque. Num clube como o FC Porto, habituado a lutar por títulos e a competir ao mais alto nível, estas qualidades poderiam ter sido fundamentais, sobretudo nos momentos em que a equipa precisava de alguém capaz de transformar cruzamentos e oportunidades em golos.

Miguel Costa · 2 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.