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Na década de 80 proliferaram alguns jogadores craques no mundo do futebol, alguns deles ainda hoje lembrados pela sua genialidade. Diego Maradona, falecido recentemente, é provavelmente o nome mais sonante, mas muitos outros também conheceram o seu auge neste período.
O Bola na Rede reuniu os cinco melhores jogadores de futebol da década de 80:
5.
Es #LaLigaHistory, es HISTORIA DEL FÚTBOL.
¡Se cumplen 3⃣2⃣ años de la maravilla que hizo @hugosanchez_9 contra el Logroñés! ✈😱🇲🇽
🤳 ¿Te atreves a imitar esta obra de arte? ¡Etiquétanos en el vídeo con el hashtag #HuGOLLaLiga! #TalDíaComoHoy pic.twitter.com/7gFceldy3q
— LaLiga (@LaLiga) April 10, 2020
Hugo Sánchez – O mexicano foi uma lenda da década de 80, quando deu o salto para a Europa, mais concretamente para Club Atlético Madrid em 1981. Conhecido pelo seu instinto matador em frente à baliza, Hugo Sánchez era um ponta de lança temido pelos jogadores adversários. Protagonista duma inesperada mudança para o rival Real Madrid CF em 1985, foi uma das figuras principais dos merengues na conquista do pentacampeonato, tendo ele conseguido o seu próprio penta, mas como melhor marcador da liga espanhola (uma vez como jogador do Atlético de Madrid e quatro do Real Madrid). Arrecadou ainda uma Liga Europa e um prémio de melhor marcador das ligas europeias na época 1989/1990, com 38 golos ao serviço dos los blancos.
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Marco van Basten – Foi no AFC Ajax que se fez jogador, ao conquistar a Eredivisie, o principal campeonato holandês de futebol, em três épocas – 1981/82, 1982/83 e 1984/85 – e a Taça das Taças em 1987. Nesse mesmo ano, as boas exibições levaram-no até Itália onde brilhou ao lado de outros jogadores como Frank Rijkaard e Ruud Gullit. Vencedor por três vezes da Bola de Ouro da France Football e uma vez de melhor jogador mundial do ano pela FIFA, Marco van Basten será eternamente recordado também pelo seu percurso na seleção holandesa. O ponta de lança foi protagonista da caminhada vitoriosa da Holanda no Euro 1988, sendo protagonista daquele golo marcado na final frente à União Soviética que ficou para a história como um dos melhores de sempre.
3.
#OnThisDay
The Dutch giant found himself smothered by four yellow shirts, but he was having none of it 🤩 @GullitR firmava il raddoppio dal limite dell’area dopo aver portato a spasso mezza difesa 🤩 pic.twitter.com/N2WnrY37hI— AC Milan (@acmilan) May 17, 2019
Ruud Gullit – Fez parte do “trio maravilha” de jogadores que brilhou ao serviço do AC Milan já falado neste artigo, onde se incluiu também os seus compatriotas Frank Rijkaard e Ruud Gullit. Antes disso, Ruud Gullit já se tinha notabilizado no Feyenoord Rotterdam (onde jogou ao lado da lenda Johan Cruijff) ao conquistar a dobradinha em 1984 e no PSV Eindhoven onde foi bicampeão. Dotado de uma técnica impressionante e de uma inteligência fora do comum na leitura do jogo, foi também ele uma peça importante no percurso da “laranja mecânica” que culminou na vitória do Europeu de 1988. Além dos já mencionados, foram vários os títulos coletivos e individuais conquistados por Gullit: bicampeão da Taça dos Campeões Europeus pelo AC Milan em 1988/89 e 1989/1990, tricampeão de Itália também pelos rossoneri e vencedor da Bola de Ouro da France Football em 1987, entre muitos outros. Um verdadeiro “papa-títulos”.
2.
Happy birthday to one of the best to ever wear the Bianconeri shirt, Michel Platini. 🎂#FinoAllaFine #ForzaJuve pic.twitter.com/j89MfdEA0S
— JuventusFC (@juventusfcen) June 21, 2018
Michel Platini- O francês foi o maior vencedor de Bolas de Ouro da France Football na década de 80, com três conquistas seguidas em 1983, 1984 e 1985 quando atuava ao serviço da Juventus FC. No período em que representou o emblema italiano, Platini foi também tricampeão da Serie A e levantou ainda a Taça das Taças na época 1983/84, numa final polémica frente ao FC Porto. O ano de 1984 foi ainda mais glorioso para o francês que foi um dos protagonistas da campanha francesa até à conquista “caseira” do Euro, com Platini a marcar um dos golos da final. No ano seguinte não baixou a fasquia e além do troféu de melhor marcador de Itália (que conquistou três épocas seguidas) e da já referida Bola de Ouro, venceu a Taça dos Campeões Europeus (competição que antecedeu a Liga dos Campeões) e a extinta Taça Intercontinental. Foi, sem dúvida, uma época de sonho para Platini, pelo menos até meio da mesma.
1.
Diego, siempre vas a ser #Eterno en nuestros corazones.
Gracias por todo 💙🇦🇷 pic.twitter.com/IDgheHobi4
— Selección Argentina 🇦🇷 (@Argentina) November 26, 2020
Diego Armando Maradona – O astro argentino faleceu no passado dia 25 de novembro, uma perda incontornável para o mundo do futebol. El Pibe, como era conhecido, abrilhantou os relvados durante vários anos, mas não houve ninguém que o superasse na década de 80. Considerado por muitos como o melhor jogador de todos os tempos, Maradona será sempre recordado por ter alcançado o melhor e o pior que o mundo do futebol pode trazer, mas a sua genialidade supera qualquer polémica. Foi “rei” do SSC Nápoles durante vários anos, ajudando o até então modesto emblema italiano a alcançar a glória. Em 1986 capitaneou e estrelou a seleção da argentina até à conquista do Mundial, ao marcar vários golos cruciais nesta caminhada, entre eles, a célebre “mão de Deus”.














