A CRÓNICA: SERVIÇOS MÍNIMOS CUMPRIDOS

O Celtic Park foi o palco de mais um grande dérbi da “Old Firm” entre o Celtic FC e o Rangers FC, o maior da Escócia e um dos mais antigos do mundo. Numa altura do campeonato em que as contas já estão feitas e o título entregue à formação comandada por Steven Gerrard, jogou-se para cumprir calendário, mas também pela defesa do orgulho de ambos os lados, pois um dérbi é sempre um dérbi.

Posto isto, denotou-se um grande equilíbrio nos minutos iniciais da partida, com pouco a separar as equipas, até que a formação da casa que se colocou na frente do marcador à passagem do minuto 23’, por intermédio de Mohamed Elyounoussi. Após o golo, o Celtic foi crescendo na partida, mostrando mais argumentos que o adversário, mas o empate acabou mesmo por chegar ainda antes do intervalo, ao minuto 38’, pela cabeça de Alfredo Morelos.

No segundo tempo, o Celtic voltou a mostrar-se uns furos acima do seu oponente, estando sempre mais perto do golo, apesar de demonstrar alguma falta de eficácia. Já o Rangers recolheu-se no seu meio-campo, tentado surpreender com contra-ataques, mas foram poucos os momentos em que conseguiu chegar efetivamente perto da baliza adversária. Com os segundos 45 minutos a registarem uma queda de intensidade, o resultado não mais se alterou até ao término do encontro.

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Com este resultado, o Rangers mantém a vantagem de 20 pontos para o Celtic na tabela classificativa, e está a um encontro de registar uma época sem derrotas no principal campeonato da Escócia.

A FIGURA


Alfredo Morelos – O avançado colombiano voltou a ser decisivo para o Rangers FC, depois de apontar o golo que resgatou um ponto neste encontro e mantém viva a esperança da sua equipa terminar o campeonato sem qualquer derrota.

 

O FORA DE JOGO


Eficácia do Celtic FC – Os celts foram a equipa mais assertiva ao longo do encontro, dispondo de algumas boas oportunidades para marcar, mas a sua linha ofensiva este em dia mau e nem Odsonne Édouard, o melhor marcador do campeonato, conseguiu quebrar o enguiço. 

ANÁLISE TÁTICA – CELTIC FC

A formação da casa apresentou-se num dispositivo tático de 4-2-3-1. Ao longo do encontro foram a equipa com maior domínio da posse de bola, bem como a mais perigosa no momento ofensivo, tendo disposto de algumas ocasiões para marcar. Sempre com as linhas subidas e com uma boa circulação da bola perto da grande área adversária, o Celtic FC conseguiu impor um certo domínio na partida, mas acusaram alguma falta de eficácia.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Bain (6)

Kenny (7)

Welsh (7)

Ajer (6)

Laxalt (7)

Brown (6)

McGregor (7)

Christie (7)

Turnbull (7)

Elyounoussi (7)

Edouard (7)

SUBS UTILIZADOS

Forrest (6)

 Rogic (-)

Soro (-)

Griffiths (-)

 ANÁLISE TÁTICA – RANGERS FC

A formação comandada por Steven Gerrard organizou-se para este encontro num sistema tático em 4-3-3, apresentando alguma rotatividade no onze inicial depois de já ter assegurado o título de campeão escocês. “Stevie G” apostou claramente num estilo de jogo baseado na contenção defensiva para sair em contra-ataque e ataques rápidos, na tentativa de surpreender o adversário, que se colocou em campo sempre com as linhas muito subidas. As bolas paradas mostraram ser também elas determinantes para a formação forasteira.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

McGregor (6)

Balogun (6)

Goldson (6)

Helander (6)

Barisic (6)

Kamara (5)

Davis (6)

Aribo (5)

Hagi (6)

Morelos (7)

Kent (8)

SUBS UTILIZADOS

Patterson (6)

Arfield (6)

Roofe (6)

 Wright (6)

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