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Os 10 treinadores revelação no Futebol Europeu

Tiago Serrano · 5 min

Foto: Sheffield

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Os principais campeonatos domésticos já chegaram ao fim. E houve vários treinadores espalhados pela Europa fora que mostraram as suas credenciais fazendo com que as suas equipas fossem referenciadas no seu país. Por isso, irei aqui fazer o meu Top de 10 treinadores revelação no futebol europeu.

10.


Thomas Frank (Brentford) – o técnico de 46 anos deu-se a conhecer no seu país ao serviço do Brondby e das camadas jovens da selecção dinamarquesa. Tornar-se-ia treinador-adjunto do Brentford em 2016, sendo promovido a treinador principal três anos depois. Nesta temporada, colocou os Bees na luta pela subida à Premier League e só mesmo uma derrota na última jornada os afastou da promoção directa, perdendo a final do play-off para o Fullham.

9.


João Pedro Sousa (FC Famalicão) – após ter sido adjunto de Marco Silva, João Pedro Sousa estreou-se nesta temporada como treinador principal, levando o recém-promovido FC Famalicão aos lugares cimeiros da tabela classificativa, chegando a liderar o campeonato durante algumas jornadas. Só mesmo uma quebra nas últimas jornadas afastou o clube famalicense das competições europeias, mas João Pedro Sousa já demonstrou muitas competências para construir uma equipa praticamente do zero.

8.


Arne Slot (AZ Alkmaar) – aos 48 anos, Arne Slot tornou-se treinador principal do AZ Alkmaar após duas temporadas como adjunto, colocando o clube holandês na luta pelo título e revelando jogadores como Calvin Stengs e Myron Boadu. Aquando do camcelamento do campeonato, o AZ partilhava a liderança com o Ajax, perdendo o campeonato apenas pela diferença de golos.

7.


Diego Martínez (Granada) – depois de passagens pela equipa B do Sevilha B e pelo Osasuna, Diego Martínez ingressou no Granada em 2018, fazendo regressar o clube andaluz à Primeira divisão. No regresso ao principal escalão do futebol espanhol, Diego Martínez colocou o Granada a lutar pelo acesso às competições europeias, terminando num honroso sétimo lugar.

6.


Carlos Carvalhal (Rio Ave FC) – regressado a Portugal, Carlos Carvalhal relançou a carreira ao serviço do clube vila-condense, conseguindo a melhor pontuação da história do clube no campeonato e qualificando-o para a Liga Europa. Mais do que isso, conseguiu construir uma equipa competente em todos os aspectos do jogo, sabendo moldar a sua forma de jogar consoante a equipa adversária.

5.


Chris Wilder (Sheffield United) – chegado aos Blades em 2016 com o clube na League One, Chris Wilder levou o clube a subir patamares na hierarquia do futebol inglês. Na temporada de regresso à Premier League, o seu sistema de 3-5-2 tornou-se num osso bem duro de roer para os adversários, levando os Blades a lutar pelo acesso às competições europeias, acabando por terminar o campeonato no nono lugar.

4.


Marco Rose (Borussia Mönchengladbach) – após se destacar nos juniores e nos seniores do Red Bull Salzburgo, Marco Rose teve a sua primeira experiência estrangeira na Bundesliga, levando o histórico clube alemão aos lugares cimeiros do campeonato, conseguindo a qualificação para a Fase de Grupos da Champions.

3.


Simone Inzaghi (SS Lazio) – a treinar o clube da capital desde 2016, a estabilidade e a confiança no projecto começaram a colher os seus frutos. Depois de ter conquistado a Taça de Itália na época passada, nesta época ganhou a Supertaça e colocou a equipa laziale a lutar pelo título. Só mesmo uma quebra no pós-pandemia os impediu de causarem uma Surpresa na Série A. Ainda assim, conseguiram qualificar-se para a Champions.

2.


Julien Stéphen (Rennes) – a cumprir a segunda temporada no Rennes, o técnico de 39 anos fez do clube francês uma das sensações do futebol europeu em 19/20, depois de ter conquistado a Taça de França na época passada. Aquando do termo do campeonato que viria a ser cancelado, o Rennes ocupava um sensacional terceiro lugar, que qualificaria o clube para a Champions pela primeira vez na sua história.

1.


Hansi Flick (Bayern Munique) – Hans-Dieter Flick era um desconhecido para um grande público, mas a sua promoção era a melhor coisa que podia acontecer ao gigante bávaro. Tendo carreira feita como adjunto de Joachim Low, chegaria ao Bayern Munique para ser o braço-direito de Niko Kovac, Mas o despedimento do técnico croata levaria à promoção do técnico de 55 anos, que apostando em jovens como Serge Gnabry e Alphonso Davies, fez com que a equipa tivesse uma melhoria de desempenho brutal, sendo uma das candidatas a conquistar a Champions.

 

Tiago Serrano

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