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Real Madrid CF 1-0 Grémio FBPA: Cristiano Ronaldo faz dos merengues os melhores do mundo

Carlos Ferreira Silva · 3 min

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Cabeçalho Futebol Internacional

Realizou-se hoje em Abu Dhabi a final do mundial de clubes, que juntou o Real Madrid (campeão europeu vencendo em Cardiff a Juventus de Turim) e o Grémio de Porto Alegre (vencedor da última Copa Libertadores frente ao Lanús da Argentina). Para chegar a esta final, o Real Madrid também teve que bater o Al-Jazira por 2-1 enquanto que o Grémio de Portalegre derrotou o Pachuca do México por uma bola a zero.

O Real Madrid inicia o jogo como favorito, não só pelo plantel luxuoso mas pelo histórico na competição, sendo que ganhou três antigas Taças Intercontinentais e dois mundiais de clubes em 2014 e 2016. Já o Grémio, conquistou também este título em 1983, na altura Renato Gaúcho foi o melhor jogador em campo e foi crucial para a adição de uma Taça Intercontinental ao palmarés do clube. Agora, enquanto treinador do clube não teve o sucesso que pretendera.

O onze apresentado por Zinedine Zidane é o mesmo que conquistou a Liga dos Campeões e é considerado o onze de gala de Zidane sendo a estrutura que o técnico mais gosta. Demonstrando assim, que o Real Madrid não ia ser complacente com o Grémio e jogou na sua força máxima para adicionar o sexto título de melhor clube do mundo ao palmarés da equipa madrilena.

O Grémio de Portalegre inicia a partida de uma forma muito agressiva e a exercer pressão alta, não dando nenhuma bola como perdida, esta agressividade na marcação dos jogadores do Grémio, valeu também algumas faltas à equipa liderada por Geromel, o capitão da equipa, que já passou por Portugal, jogando no Desportivo de Chaves e também no Vitória de Guimarães SC.

A pressão que deu início ao jogo acabou por ser sol de pouca dura, sendo que o Real Madrid acabou por dominar a primeira parte por completo, contando inclusive com 9 remates contra 1 do Grémio. O marcador só se mantém porque Varane, não conseguiu por diversas vezes chegar às bolas colocadas pelo meio-campo do Real nas costas da defesa brasileira, que conta com Bruno Cortez, Ex-jogador do SL Benfica. Carvajal também testou a baliza do Grémio algumas vezes sem sucesso.

A Equipa Sul-Americana não contou com a presença de Artur, também conhecido com Iniesta Brasileiro devido à sua altíssima qualidade de passe. O que fez com que a equipa não conseguisse muitas vezes levar a bola aos atacantes do clube.

Aos 53 minutos de jogo Cristiano Ronaldo mostra o porquê de ter sido nomeado o melhor jogador do mundo pela quinta vez e deixa o Real Madrid na liderança com um belíssimo golo de livre direto. A bola passou pelo meio da barreira gaúcha e só acabou nas redes brasileiras.

O decorrer da segunda parte foi mais do mesmo, com o Grémio sempre a jogar no seu meio-campo, sendo que só fez um único remate em 90 minutos de jogo e foi através de um livre direto a 45 metros da baliza.

Por diversas vezes, Varane, Modric, Carvajal e Bale não conseguiram aumentar a vantagem merecida do Real Madrid por muito pouco, deixando uma sensação que o resultado não espelhou o jogo em si. O jogo terminou com 20 remates do Real Madrid contra um único remate do Grémio de Porto Alegre.

Foto de capa: FIFA

A FIGURA:

Fonte: Real Madrid CF
Fonte: Real Madrid CF

Cristiano Ronaldo (Real Madrid CF) – O Jogador foi parte integral da ofensiva de Madrid, muito destabilizador ao longo de toda a partida, só não fez mais porque era travado em falta pela equipa adversária. Marcou um golo e teve um golo duvidosamente anulado. Mostrou mais uma vez o porquê de ter sido nomeado o melhor jogador do mundo pela quinta vez.

O FORA DE JOGO:

Fonte: Goal.com
Fonte: Goal.com

Renato Gaúcho (treinador do Grémio FBPA): O treinador do Grémio demonstrou falta de humildade ao dizer que era melhor que Cristiano Ronaldo, desprestigiando assim o melhor jogador do mundo da atualidade, no fim do encontro não valorizou a exibição do Real Madrid e assume que o Grémio jogou de igual para igual com o Real, o que não terá sucedido nem de perto.

Esta personagem folclórica do Brasil não conseguiu apresentar humildade ao longo das últimas semanas, muito associado à sua personalidade, quis fazer uma luta de egos que não conseguiu ganhar. Perdeu, fora e dentro de campo.

Carlos Ferreira Silva

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