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Os 5 possíveis sucessores de Lionel Messi saídos de “La Masia”

João Pedro Gonçalves · 3 min

Lionel Messi Barcelona
Foto: FC Barcelona

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Era uma vez um menino argentino, de 13 anos, que aterrou em Barcelona, mais propriamente na “La Masia”. O resto da narrativa é a que todos conhecemos, o legado inigualável de Leo Messi. Todas as histórias têm um fim, e esta terminou no mercado de verão. Consumada a saída, tanto Leo Messi e FC Barcelona parecem não se conseguirem refazer da separação e passam ambos por algumas dificuldades.

Os culés tiveram um arranque de época bastante atribulada depois de um mercado muito difícil. Não bastavam as saídas como ainda se agudiza a estabilidade dentro de Camp Nou, com a falta de liderança e um desnorteio muito grande. Com as contas bem complicadas a nível financeiro, a “La Masia” vai ter que ser mais do que nunca um viveiro de talentos para a formação principal blaugrana. Com as devidas diferenças e distâncias, estes são os atuais possíveis sucessores de Messi saídos da “La Masia”, alguns já bem conhecidos.

5.

Alex Collado – Aquele que foi um dos melhores ou o melhor jogador da equipa secundária do FC Barcelona, em 2020/2021, vive algo que nenhum jogador deseja viver. Depois de um mercado de transferências mal resolvido, Collado acabou por não ser inscrito e está atualmente sem jogar. Após ter ultrapassado alguns problemas físicos, o extremo conseguiu mostrar toda a sua qualidade na época transata. Dotado de uma capacidade técnica incrível e muita facilidade de ultrapassar adversários, Collado pode ter visto aos 22 anos a carreira a estagnar, por menos até janeiro. Pode ser um achado para alguém e uma perda enorme em Barcelona.

4.

Riqui Puig – Já com quase 30 jogos na equipa principal, Puig é uma promessa que já ouvimos falar há anos. O jovem espanhol é um pequeno mágico e um maestro no meio-campo. Produto da La Masia e ainda com uma margem de progressão enorme, o médio de 22 anos poderá construir uma carreira muito sólida em Barcelona, onde por agora procura se afirmar.

3.

Ilias Akhomach – Ainda com 17 anos e a jogar na equipa de sub-19 e na equipa B, Akhomach promete muito. Com uma capacidade anormal de deixar adversários para trás e com um bom tiro, o avançado blaugrana poderá ser um dos maiores talentos a sair da La Masia nos últimos anos. É uma ameaça constante à baliza do adversário e não deverá muito até o vermos entre os “grandes”.

2.

Gavi – Chegou a Barcelona com 11 anos e nunca mais de lá saiu. Dificilmente sairá. Com 17 anos e três participações, esta temporada, na equipa principal, Gavi sabe o que é queimar etapas nos escalões desde cedo. O espanhol é um médio com muita qualidade técnica, muita agilidade e tem vindo a desenvolver o aspeto físico, tornando-se mais robusto. Com muita assertividade nas tomadas de decisões, Gavi será certamente dono do meio-campo culé nos próximos anos.

1.

Ansu Fati – Já com alguns registos notáveis, Fati é neste momento o maior sucessor de Messi. Com 18 anos leva já 43 jogos na equipa principal do FC Barcelona e 13 golos. Com uma lesão no arranque da temporada, Ansu Fati viu a sua incrível caminhada travada, mas não demora muito para voltar aos grandes palcos e espalhar toda a sua qualidade. O herdeiro do número 10, que se estreou a marcar com 16 anos, vai ser dono e senhor do ataque blaugrana e será inevitavelmente um exemplo a seguir pelos miúdos da La Masia, assim como Messi foi. Além da sua qualidade ímpar, o percurso de Fati e a imagem que vai construindo fazem dele o maior sucessor de Messi.
João Pedro Gonçalves

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Opinião

José Juan Romero: do Real Bétis a Ceuta, dos milagres dentro de campo ao futebol em segundo plano

SEVILHA, ANDALUZIA- Espanha não tem sido notícia apenas por boas razões nos últimos meses, bem pelo contrário. A queda do governo de Pedro Sánchez está na ordem do dia e tal ‘crise’ justifica-se com vários pontos: alianças políticas que já não estavam a funcionar, aumento do descontentamento da população, salários que não acompanham o custo de vida, crise habitacional que levou a manifestações por todo o território… No entanto, a memória é traiçoeira. Faz-nos pensar que certos acontecimentos já ocorreram há bastante tempo, quando não é bem assim. Quantos se recordam do dia 30 de julho de 2026? Foi nessa data que ocorreu o começo da crise migratória de Ceuta e as consequências da mesma ainda se fazem sentir hoje em dia. 70 mil pessoas oriundas de Marrocos entraram no território a partir do mar durante as 48 horas, provocando uma crise migratória totalmente inesperada. As razões que estiveram na origem desta entrada em massa não são o foco desta análise. A maioria das pessoas teria uma boa índole, procurando o melhor para si e para os seus. Histórias de vida diferentes umas das outras, mas o objetivo comum de atingir a felicidade. No entanto, também existiu o outro lado da moeda: quem procurou o conflito e a criação de um ambiente tóxico.

Ricardo João Lopes · 5 min de leitura
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