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5 nomes que podem fazer a diferença pela Seleção na Liga das Nações

Guilherme Vilabril Rodrigues · 3 min

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Começou a segunda edição da Liga das Nações da UEFA e esta será uma competição que a nossa Seleção quererá voltar a vencer. Depois de ter ultrapassado, na fase de grupos, as seleções da Itália e da Polónia, e de bater a Suíça e a Holanda nas meias-finais e na final, respetivamente, a seleção das quinas vai começar no Estádio do Dragão a luta pela revalidação do título. Apesar de um grupo teoricamente mais difícil, uma vez que conta com a França, atual campeã do mundo, a seleção de Portugal já mostrou em mais do que uma ocasião que pode vencer qualquer adversário e que é um osso duro de roer. Se assim não fosse, não era a atual seleção campeã da Europa, título que conquistou em 2016, mas que, devido à pandemia, não se disputou neste ano de 2020.

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Para além disto, é um conjunto recheado de excelentes executantes que jogam nos maiores clubes da Europa e que estão habituados a competições de exigência máxima. Sendo assim, e apesar de ser uma escolha difícil devido à panóplia de boas opções, fazemos uma lista dos cinco jogadores portugueses que poderão fazer a diferença nos dois primeiros jogos da Liga das Nações, frente à Croácia e à Suécia.

5.

Rúben Dias – O central do SL Benfica é ainda bastante jovem, mas tem já um vasto currículo que lhe tem conferido a titularidade na seleção das quinas. Para além de ser um defesa central muito agressivo e competente nas suas funções, Rúben Dias mostra já uma maturidade pouco normal para a idade, fazendo com Pepe uma dupla temível para qualquer avançado. Recorde-se também que esta é uma competição onde o central, de 23 anos, já foi especialmente feliz, uma vez que, para além de ter levantado o troféu, foi também considerado o melhor jogador da final da passada edição, frente à Holanda.

4.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Raphael Guerreiro – O lateral-esquerdo que atua no Borussia Dortmund agarrou o lugar na equipa de Fernando Santos e tem sido um dos indiscutíveis, apesar das lesões. Para além de ser bastante competente no momento defensivo, Raphael Guerreiro tem a capacidade de desequilibrar em zonas mais ofensivas e, também por isso, é algumas vezes utilizado como ala no clube alemão. É um dos jogadores mais criativos da seleção e poderá passar por ele muito do jogo exterior que Portugal vai ter nestas duas partidas.

3.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Bernardo Silva – Apesar da época menos positiva para o jogador do Manchester City FC, este nunca deixa de ser um perigo para qualquer defesa. Com uma excecional capacidade de inventar jogadas e de colocar bolas que parecem impossíveis, Bernardo Silva é o jogador que todos os treinadores querem ter à disposição. Para um finalizador nato como Cristiano Ronaldo, nada melhor do que alguém que parece usar régua e esquadro no momento de assistir companheiros de equipa. É um dos melhores jogadores portugueses da atualidade.

2.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Bruno Fernandes – O ex Sporting CP chegou ao Manchester United FC e confirmou que é um dos melhores médios da atualidade. A sua influência no clube de Old Trafford foi enorme e não será diferente na seleção nacional. Bruno Fernandes tem a capacidade de pôr uma equipa a jogar e de fazer a diferença em qualquer jogo. Com uma qualidade de passe indescritível, uma meia distância fabulosa e um entendimento do jogo como poucos, o médio de 25 anos é uma ameaça para qualquer equipa do mundo. É, sem dúvida, uma das mais valias da seleção para os próximos anos.

1.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Cristiano Ronaldo – Sobre Cristiano não há muito que se possa dizer. É o grande goleador da nossa seleção e é o jogador mais decisivo da história do futebol. Mostrou em várias ocasiões que está lá quando mais é preciso e que, com ele, qualquer equipa começa o jogo em vantagem. Para além de toda a sua qualidade, motivação não lhe faltará, até porque em causa está, também, mais um record que certamente irá bater. Refiro-me à lista dos melhores marcadores de sempre por seleções, onde Cristiano se encontra em segundo lugar, atrás do iraniano, Ali Daei. Estas serão mais duas oportunidades para o português se aproximar do topo, e certamente que não as irá desperdiçar.

Artigo revisto por Joana Mendes

Guilherme Vilabril Rodrigues

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