Nova Zelândia 0-4 Portugal: Fomos competentes

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Com o apuramento praticamente assegurado (empate garantia o apuramento), Fernando Santos aproveitou para fazer alguma gestão, mas menos do que seria de esperar, não facilitar e conquistar o primeiro lugar do grupo era o objetivo, porque isso traz vantagens ao nível dos dias de descanso e das deslocações da seleção. Portugal alinhou da seguinte forma: Rui Patrício, Nelson Semedo, Pepe, Bruno Alves, Eliseu, Danilo, João Moutinho, Bernardo Silva, Quaresma, Ronaldo e André Silva.

É de destacar que Fernando Santos nesta da fase de grupos nunca abdicou de Rui Patrício, Pepe e Ronaldo, um tridente que é o pilar desta seleção. Uma surpresa, na minha opinião, foi a utilização de Bernardo Silva, que se visse um cartão amarelo ficava de fora das meias-finais, penso que foi um risco desnecessário quando se tinha Gelson no Banco.

Uma entrada apática de Portugal no jogo, que só a partir dos 15 minutos aumentou a intensidade de jogo e com isso chegou com alguma facilidade ao primeiro golo, apontado por Ronaldo ao minuto 33, na conversão de uma grande penalidade por falta cometida sobre Danilo. Numa boa jogada coletiva, a nossa seleção chegou ao segundo golo, apontado por Bernardo Silva, depois de uma boa assistência de Eliseu. Uma primeira parte que sem ser brilhante foi competente.

Fernando Santos mexeu no início da segunda parte com a entrada de Pizzi (estreia na Taça das confederações) para o lugar de Bernardo Silva. Uma segunda parte ao nível da primeira, sem ser uma exibição brilhante, Portugal foi sempre controlando a partida e chegou ao terceiro golo ao minuto 80, num belo lance de André Silva que rubricou mais uma bela exibição. O quarto golo chegou já nos descontos, por Nani que entretanto tinha entrado para o lugar de Ronaldo. A outra substituição realizada por Fernando Santos foi a troca de Quaresma por Gelson.

Uma exibição consistente de Portugal que tem tudo para trazer o “caneco” para o nosso País!

Luís Coelho
Luís Coelhohttp://www.bolanarede.pt
É um eterno apaixonado por desporto, tem no futebol a sua maior paixão. Desde muito jovem que se dedica ao estudo e à análise de todas as vertentes futebolísticas. Foi treinador no futebol de formação, e atualmente colabora na área do “scouting". Apaixonado pelo jornalismo desportivo, é adepto do FC Porto e no futebol internacional tem simpatia pelo Barcelona.                                                                                                                                                 O Luís escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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