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O XI de Portugal que falha o Euro’2016

Júnior Barroso · 1 min

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Cabeçalho Seleção Nacional

Como em toda e qualquer convocatória, escolhidos os 23 portugueses a envergar as cores nacionais no próximo Euro’16, a decorrer em França, algumas críticas e discordâncias invadiram as redes nacionais questionando algumas das preferências de Fernando Santos.

A verdade é que desde lesionados, a jogadores que não se encontram na melhor forma, a jogadores que não disputam as ligas mais competitivas ou até a jogadores que provavelmente irão representar Portugal nos Jogos Olímpicos, a tarefa do Selecionador Português nunca será fácil, dada a qualidade no lote de jogadores elegíveis para este europeu.

Como prova disso, decidi elaborar um XI de jogadores que ficaram de fora do Europeu pelas mais diversas razões e a qualidade deste onze é realmente incrível. No banco de suplentes estão jogadores como Marafona, André Almeida, Rúben Semedo, Miguel Veloso ou Hélder Postiga.

NOTA: Foram incluídos jogadores lesionados no onze

GUARDA-REDES – BETO

Beto
Fonte: Facebook Oficial ‘Beto Pimparel’

LATERAL DIREITO – JOÃO CANCELO

Fonte: Valência CF
Fonte: Valência CF

LATERAL ESQUERDO – FÁBIO COENTRÃO

Fonte: SL Benfica
Fonte: SL Benfica

DEFESA-CENTRAL – LUÍS NETO

Fonte: FC Zenit
Fonte: FC Zenit

DEFESA-CENTRAL – PAULO OLIVEIRA

Fonte: Sporting CP
Fonte: Sporting CP

MÉDIO-CENTRO – BRUNO FERNANDES

Fonte: Udinese Calcio 1896
Fonte: Udinese Calcio 1896

MÉDIO-CENTRO – TIAGO

Fonte: Club Atlético Madrid
Fonte: Club Atlético Madrid

EXTREMO DIREITO – PIZZI

Fonte: SL Benfica
Fonte: SL Benfica

EXTREMO ESQUERDO – BERNARDO SILVA

Fonte: AS Mónaco
Fonte: AS Mónaco

MÉDIO OFENSIVO CENTRO – ANDRÉ ANDRÉ

AndreAndreFCPorto2015
Fonte: FC Porto

PONTA DE LANÇA – HUGO VIEIRA

Fonte: FK Crvena Zvezda
Fonte: FK Crvena Zvezda
Júnior Barroso

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Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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