Última horaPaulo Fonseca e a possibilidade de o Sporting ser campeão: «Se não acreditasse, não estava aqui»
Publicidade

5 países com um novo selecionador para 2023

Redação BnR · 2 min

Roberto Martínez Portugal selecionador
Foto: Federação Portuguesa de Futebol

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O Mundial do Qatar 2022 (e o seu apuramento) definiu as críticas, positivas ou negativas, realizadas a cada selecionador responsável pelas seleções participantes. Muitas vezes, as prestações nas competições de alto nível acabam mesmo por ditar a permanência ou a finitude de um selecionador. O último Mundial não fugiu à regra. Tanto durante a competição como após o fim da mesma, já houve imensas alterações nos comandos técnicos de grandes seleções. Apresentamos-lhe as cinco maiores mudanças nos para 2023.

5. Polónia – Fernando Santos

Foi no passado dia 24 de janeiro que Fernando Santos foi anunciado como selecionador da Polónia. É desnecessário fazer apresentações ao engenheiro. Pela seleção portuguesa venceu os únicos dois trofeus da História das quinas: o dramático UEFA EURO 2016 e a UEFA Nations League 2018/2019. O selecionador de 68 anos assume agora o comando da seleção que eliminou nos quartos-de-final do EURO 2016, num desempate por grandes penalidades.

4. Portugal – Roberto Martínez 

Foram vários os candidatos anunciados para a vaga deixada em aberto por Fernando Santos no comando da seleção portuguesa. No fim, acabou por ser entregue ao ex-selecionador da Bélgica Roberto Martínez. O treinador espanhol, que conseguiu um terceiro lugar no Campeonato do Mundo 2018, será o terceiro estrangeiro a orientar Portugal, sendo que é o primeiro que não tem português como língua materna. Foi durante a permanência de Roberto Martínez como selecionador belga que os diabos vermelhos conseguiram subir ao primeiro lugar do ranking FIFA, apesar de nunca ter ganho um título com a geração de ouro belga. 

3. Países Baixos – Ronald Koeman 

Após a passagem pelo FC Barcelona, o antigo campeão europeu Ronald Koeman, regressa ao comando da sua seleção nacional, depois de a ter comandado entre 2018 e 2019. A segunda passagem de Koeman sucede a terceira passagem de Louis Van Gaal, intercalando-se. Depois da meia-final no Campeonato do Mundo 2014, os Países Baixos não têm estado ao nível da famosa laranja mecânica, sendo que a seleção está neste momento a passar um processo de renovação. Um Homem da casa como Koeman, que conhece o futebol neerlandês, é uma escolha justificada para esta renovação.  

2. Espanha – De La Fuente 

A saída de Luis Enrique do comando espanhol, viu a subida do selecionador sub-21, De La Fuente, à equipa principal dos nuestros hermanos. De La Fuente, enquanto selecionador das camadas jovens, venceu o UEFA EURO 2015 com os sub-19 e o UEFA EURO 2019 com os sub-21 (grande parte destes jogadores estão agora na equipa principal). A jovem seleção espanhola tem inúmeros jogadores que De La Fuente já orientou anos antes, conhecendo em profundidade os atletas. É, provavelmente, a melhor escolha para orientar a jovem geração espanhola.

1. Estados Unidos da América – Anthony Hudson

A fraca prestação no último Mundial viu Gregg Berhalter a ser afastado da seleção norte-americana. Para o seu lugar foi imediatamente o seu assitente, Anthony Hudson, apenas como treinador interino e por tempo indefinido. Hudson já tinha treinado os escalões jovens americanos e, inclusive, ganho uma OFC Nations Cup com a Nova Zelândia, em 2016. Apesar de assumir o cargo como treinador interino o sucesso à frente dos americanos pode garantir-lhe a continuidade. 

Artigo da opinião de Emanuel Sebastião.

Redação BnR

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Sporting

Será o princípio do princípio do fim de Varandas?

Nesta segunda-feira, o Sporting de Frederico Varandas e Rui Borges divorciaram-se. Um acontecimento que seria impensável na pré-temporada, seria percetível no dia seguinte à final da Taça de Portugal de maio passado e não acontecendo nessa altura, já se insinuava há algumas semanas. Foi mais um episódio gerido de forma "estranha" por Frederico Varandas dentro do dossier dos treinadores, mais um caso que faz perguntar qual é afinal o projeto desportivo do Sporting e mais uma aposta de risco para o banco. Tudo culmina num sucedâneo de acontecimentos (futebol e extrafutebol) que faz os sócios e adeptos verde e brancos se questionarem um pouco sobre a posição e estatuto do seu Presidente e se os mesmos serão tão incontestados como pareciam até há bem pouco tempo.

Jorge Afonso · 10 min de leitura
Ler a crónica
Braga

Aarhus 0-0 Braga | Uma viagem à Dinamarca com pouco para contar

Há empates que valem mais do que o resultado sugere. Este não parece ser um deles. O Braga regressou à Dinamarca para defrontar o Aarhus, na terceira jornada da Conference League, mas voltou a deixar a sensação de que ficou aquém daquilo que podia e devia apresentar. Num encontro em que tinha a oportunidade de dar continuidade ao triunfo frente ao Gent e aproximar-se dos lugares de qualificação direta, a equipa de Franclim Carvalho revelou dificuldades para transformar a iniciativa em verdadeiro perigo ofensivo. A equipa minhota entrou em campo com a responsabilidade de assumir o jogo perante um adversário que ainda procurava a primeira vitória na competição. O Braga procurou ter bola e encontrar espaços numa organização dinamarquesa que não facilitou a tarefa aos visitantes. O Aarhus apresentou-se bem estruturado, dificultou a circulação dos arsenalistas e conseguiu retirar-lhes espaço nas zonas onde normalmente procuram fazer a diferença.

Samuel Pinho · 3 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.