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Apesar de ser uma nação histórica no futebol mundial, muito pelos méritos conseguidos pela geração de Ferenc Puskás durante os anos 50, a Hungria irá voltar a pisar os relvados de uma grande competição de selecções, algo que já não acontece desde 1986, no Mundial realizado no México.

Trinta anos depois, e longe da magia da equipa do “Major Galopante”, a turma magiar procura retomar o seu lugar na “Europa dos Grandes”. Classificada em terceiro lugar na fase de qualificação, atrás da Irlanda do Norte e Roménia, a Hungria conseguiu a qualificação nos play-offs eliminando a Noruega com um resultado agregado de 3-1 (vitória por 1-0 fora de portas e por 2-1 em Budapeste).

O golo de Priskin em Budapeste carimbou o passaporte húngaro para França Fonte: SkySports
O golo de Priskin em Budapeste carimbou o passaporte húngaro para França
Fonte: SkySports

A equipa comandada por Bernd Storck, um treinador desconhecido para a grande maioria do público e que assumiu o comando há cerca de um ano após a demissão de Pál Dárdai, aterra em solo francês com a vantagem de ser uma equipa em que poucos depositam esperanças e por isso cheia de vontade de fazer uma “gracinha”.

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