Publicidade

Quem está no topo do mundo?

Carlos Ferreira Silva · 3 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Só pensamos nisto, está tudo a pensar no mundial que se avizinha, aquela vontade de ver o nosso país brilhar e ouvir a portuguesa a ser cantada nos quatro cantos do mundo após a conquista do troféu que mais é cobiçado por qualquer país.  No entanto, quais são os países que ao longo de tantos campeonatos mundiais, mais brilhou? Que seleções estão no topo deste ranking de melhores de sempre? É o que vamos ver. Foram analisados vários fatores como, quantas participações em campeonatos do mundo, quantas partidas jogadas, dessas partidas quantas resultaram em vitórias, empates ou derrotas. Vamos ver quantos golos foram marcados, sofridos, a diferença de golos, a média de pontos por jogo e quantas vezes esse país ergueu o troféu de campeão.  Sem mais demoras vamos ver os cinco melhores.

5.

Fonte: SE Fútbol

Espanha – Nuestros hermanos são possivelmente a melhor equipa de futebol do século XXI, este sucesso desportivo que se debruçou sobre a Espanha foi um grande contributo para este país estar em quinto lugar. Marcou presença em 14 mundiais sendo que jogou 59 partidas. Entre vitórias e derrotas, esta seleção alcançou o título de campeã do mundo por uma única vez em 2010 no mundial da Africa do Sul, título que está entre a conquista de dois europeus em 2008 e 2012. No entanto, a Espanha já viu melhores dias e apresenta neste momento uma equipa menos competitiva que as outras neste top que têm presença no mundial de clubes.

4.

Fonte: FIFA

Argentina – A equipa de Lionel Messi e companhia é uma das principais seleções de futebol de sempre, encontra-se neste momento (para não variar) com um plantel repleto de estrelas. É a última oportunidade para Messi ganhar o título de campeão do mundo e desta vez conta com Dybala bem junto dele para essa tarefa. É a seleção mais criativa neste momento e não me recordo de ver uma altura em que a Argentina não seja forte. Com 77 partidas e 84 golos marcados, mostra um poderio ofensivo que só vendo esta equipa a jogar é que se entende. Campeã em 1978 e 1986, esteve muito próxima do terceiro título no último mundial de 2014, mas terminou no segundo lugar, quer desta vez vencer o título que já há muito lhe escapa.

3.

Fonte: FIGC

Itália – A maior baixa deste campeonato do mundo, é com grande surpresa que a Itália não se qualifica para um mundial. Há mais de 60 anos que a Itália sempre se qualificou e conta com 18 presenças, 83 partidas jogadas e apenas 77 golos sofridos. Era o último mundial do melhor guarda-redes da atualidade, o senhor da fotografia, Gianluigi Buffon. É campeã do mundo umas impressionantes quatro vezes (1934,1938,1982 e 2006). Após o mundial de 2006 não houve mais nenhum campeonato em que a Itália tenha tido uma posição de destaque sendo que bateu mesmo no fundo este ano ao não se qualificar.

2.

Fonte: DBF

Alemanha – Nas 18 presenças em mundiais, a Alemanha conta com 106 partidas jogadas, sendo assim o país com mais jogos em fases finais de mundiais, conta também com mais golos marcados (224) e com uma média de 2.06 pontos por jogo, o que é bastante apelativa. É campeã do mundo por quatro vezes (1954,1974,1990 e 2014), ou seja, a Alemanha é campeã em título e pretende manter esse estatuto. Veremos se die mannschaft conseguem mesmo o título, pelo menos equipa para isso não falta, mesmo sem Leroy Sané.

1.

Fonte: CBF

Brasil – Em primeiro lugar, sem surpresa, o Brasil. É o país sensação no que diz respeito ao futebol e contribuiu tanto para este desporto. Os canarinhos são os mais consistentes em presenças de mundiais com 20, em 20 possíveis. 70 vitórias em 104 jogos. Uma diferença de golos de 119 e o único campeão por cinco vezes (1958,1962,1970,1994,2002). É a superpotência do futebol, sempre foi e continua a ser um dos principais candidatos a outra vitória, o que traria a sexta copa do mundo para o Brasil.

Foto de Capa: FIFA

Carlos Ferreira Silva

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Sporting

A nova fase do leão | Shakhtar Donetsk x Sporting CP 

Anunciada a saída de Rui Borges do comando do Sporting e com Paulo Fonseca de malas feitas, os verdes e brancos preparam-se para enfrentar o Shakhtar Donetsk, em solo inglês, em embate relativo à quarta jornada da Liga dos Campeões. Ainda na ressaca do primeiro desaire europeu, sofrido em Alvalade diante do LASK por 3-2, os pupilos orientados por Tiago Fernandes, treinador interino que vai constar no banco de Stamford Bridge, apontam as suas fichas ao regresso aos triunfos, numa fase em que vão entrar num ciclo completamente exigente na prova milionária, com encontros marcados com gigantes do futebol europeu.

Inês Flores · 3 min de leitura
Ler a crónica
Benfica

Depois do Halloween, apareceu um Diablito para evitar uma ida do Benfica às bruxas

Uma equipa grande também se faz naqueles jogos mais chatinhos, onde a inspiração se perde nos poros de suor e nada parece correr bem. Será algo do género que Andreas Schjelerup terá ecoado ao intervalo, quando ficou no balneário, ou quando Gianluca Prestianni, talvez já moldado pelo peso do brilhantismo, enfrentou pela frente mais uma muralha de jogadores adversários. Se no final da época for feita uma compilação dos grandes momentos do Benfica, será pouco provável ver muitos lances deste jogo, talvez apenas aquele em que o argentino com um toque de classe fez a bola passar por entre as pernas de Touaizi, perdido no meio de tamanho inconformismo. O retrato geral, não o escondeu Marco Silva, numa dose de realismo que já há muito não se via nos corredores da Luz, foi desinspirado. Felizmente para os encarnados, há Echeverri. Não é o primeiro momento de brilhantismo desmedido do reforço de verão por quem a cláusula de opção de compra já se afigura uma mera formalidade, mas, fosse esse o caso, seria quase poético. Depois de se celebrar o Dia das Bruxas, Halloween para os falantes de inglês, brilhou no Estádio da Luz um Diablito, que impediu Marco Silva de procurar explicações para o tropeço nas bruxas e dissipou qualquer questão sobre os fantasmas do empate que assombraram o Benfica na última época. Quem tem um Joker assim, pode sempre sorrir.

Diogo Ribeiro · 5 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.