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A FIGURA

Cláudio Bravo – Aos 99 minutos, Cláudio Bravo faz a defesa da noite e salva o Chile de sofrer um golo que poderia fazer a diferença, reforçando a exibição segura que estava a realizar. Mas o momento da noite surge nas grandes penalidades, ao adivinhar o lado para onde Lucas Biglia ia marcar. A partir daqui, o Chile tinha uma mão na Copa América e bem pode agradecer a Bravo por dois momentos onde foi decisivo.
O FORA-DE-JOGO

Higuaín – Teve nos pés a melhor oportunidade da Argentina nos 90 minutos(a segunda melhor do jogo a par da de Aguero) e falhou. A juntar a isso, uma exibição muito apagada, onde nunca foi um verdadeiro perigo para a baliza chilena
ARGENTINA

A Argentina entrou a querer mandar no jogo e ficou com a tarefa facilitada quando Marcelo Diaz foi expulso à meia-hora de jogo. Foi esse o melhor período dos argentinos, onde fizeram o que queriam, mas não conseguiram aproveitar a vantagem numérica. Com a expulsão de Rojo, a Argentina acusou esse lance e nunca mais foi capaz de comandar o jogo. A Argentina passou a maior parte do tempo a ver o Chile jogar e a esperar pelo prolongamento. A maneira como os argentinos disputavam os lances ou procuravam o ataque demonstrava já algum cansaço físico e psicológico, quase como se a equipa não acreditasse na vitória. Uma atitude que não se percebe. Com o passar do tempo, o cansaço era bastante visível, as forças iam faltando e as oportunidades continuavam a ser poucas.
Nos penalties, Messi falhou o primeiro, que poderia ter dado vantagem após falhanço de Vidal, Biglia falhou outro e a Copa América voltou a escapar das mãos. A imagem da noite é a de Messi, sentado no banco de suplentes a olhar para o vazio, completamente desiludido enquanto os chilenos festejavam. Um castigo justo para a Argentina, que esteve bastante longe do que habituou durante o resto da prova.
Notas dos jogadores:














