Publicidade

As 3 Supertaças Europeias mais emocionantes de sempre

Rui Pedro Cipriano · 3 min

As 3 Supertaças Europeias mais emocionantes de sempre

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Olhada por muitos como um troféu de menor expressão, a Supertaça Europeia já traz uma longa e vasta história no futebol europeu. Criada em 1971 pelo jornalista holandês Anton Witkamp, esta competição coloca frente-a-frente o vencedor da Liga dos Campeões e o vencedor da Liga Europa. Mas nem sempre foi assim, começou por opor o vencedor da Taça dos Campeões Europeus (atual Liga dos Campeões) frente ao vencedor da extinta Taça das Taças.

NA SUPERTAÇA O FAVORITISMO É ALEMÃO, MAS EM SEVILHA MORA UMA EQUIPA HABITUADA A SURPREENDER. QUEM VENCERÁ? APOSTA JÁ NA BET.PT!

Por se tratar de uma competição que põe frente a frente dois clubes vitoriosos na transacta época, a prespetiva desta final é sempre, sem dúvida, de um grande jogo a nível tático e técnico. Neste artigo irei destacar aquelas que são consideradas por mim e por muitos como as três Supertaças Europeias mais emocionantes de sempre. Até 1998, a Supertaça Europeia era disputada a duas mãos, o que retira um claro fator de emoção, é diferente falar de um jogo de “mata-mata” de uma eliminatória a duas mãos.

Já são 47 edições (com a 47.º a ser disputada este ano) e por isso a escolha é muita e variada, ao contrário daquilo que muitos adeptos de futebol poderão pensar.

3.

Real Madrid CF x Galatasaray SK (2000)- Depois de uma época memorável em que o Galatasay de Fatith Terim conquista a Liga Turca e a Taça UEFA, o treinador acaba por sair para a Fiorentina, os turcos ganharam a possibilidade de disputar a Supertaça Europeia frente ao Real Madrid CF dos “galáticos”.

O Galatasaray SK reforça-se em Portugal contratando nada mais nada menos do que Mário Jardel ao FC Porto. E que entrada triunfante teve o goleador brasileiro. Começou por dar a vantagem aos turcos por grande penalidade, Raúl empata a dez minutos do final do jogo e já no prolongamento ele lá aparece, letal como era conhecido, o Super Mário para dar mais um título ao Galatasaray SK, agora orientado pelo também conhecido Lucescu.

2.

FC Bayern Munchen x Chelsea FC (2013)- Um grande jogo de futebol. Uma excelente demonstração daquilo que todos nós idealizamos por um futebol bonito e espetacular. A mistura entre futebol germânico e futebol inglês costuma quase sempre dar em jogos de muita emoção. Este não foi exceção.

O Chelsea FC, orientado por José Mourinho, entrou muito bem na partida com um golo de Fernando Torres. Mas o Bayern também voltaria do intervalo com muita motivação e Ribery empatou logo ao inicio da segunda parte do encontro.

Seguiu-se um prolongamento de loucos! Quando julgamos que os prolongamentos costumam ser monótonos e aborrecidos por já faltarem forças aos jogadores, neste caso os jogadores superaram-se e proporcionaram aos adeptos uma excelente emoção. O Chelsea FC novamente logo ao inicio do prolongamento colocava-se em vantagem por golo de Eden Hazard e quando já tudo parecia resolvido para os comandados de José Mourinho, Javi Martinez, aproveitando um ressalto na área, empatou novamente o encontro no último minuto. Seguiram-se os penálties, dos quais o Bayern levou a melhor, num jogo em que qualquer equipa merecia levar o troféu para a sua vitrine do museu.

1.

FC Barcelona x Sevilha FC (2015)- Há vários ingredientes necessários para obter um jogo emocionante.

Para mim, um dos mais necessários são sempre os golos. Este jogo teve nove golos! Sim, leu bem, nove golos. Foi aquilo que costumamos de chamar de “jogo de loucos”. O Barça entra a perder logo aos três minutos e Lionel Messi tratou logo de empatar o jogo passado quatro minutos e, ao fim de 15 minutos de jogo, o FC Barcelona virava o resultado e tínhamos três golos em menos de um quarto de hora da partida.

Com um resultado de 4-4 ao fim dos 90 minutos, um recorde da competição, o FC Barcelona acabaria por levar a melhor com um golo de Pedro Rodriguez, que se despediu dos blaugrana antes de ingressar uns dias depois no Chelsea FC. Que despedida em grande depois de um jogo também ele grande.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Rui Pedro Cipriano

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Fórmula 1

Antevisão GP Singapura: Max Verstappen conquista a 50.ª pole position da carreira

A ANTEVISÃO: MAX VERSTAPPEN CONQUISTA A PRIMEIRA POLE EM SINGAPURA, OS FERRARI PROMETEM DAR LUTA E A MERCEDES FICA AQUÉM DAS EXPETATIVAS Está a ser um fim de semana perfeito para Max Verstappen. Depois da vitória na corrida Sprint, o tetracampeão mundial foi o mais rápido no circuito de Marina Bay e conquistou a sua primeira pole position em Singapura e a 50.ª da carreira na Fórmula 1. Será que o Max Verstappen do final de 2025 está de volta?

Gonçalo Carneiro · 3 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Lamber as feridas do Dragão | Benfica x Vitória SC

Quase três semanas depois, e com muita polémica em torno da seleção nacional, as emoções do campeonato estão de volta. O Benfica é o último dos três grandes a apresentar-se nesta jornada. Após os triunfos de Sporting e FC Porto os encarnados estão obrigados a vencer para não se atrasarem ainda mais na corrida pelo título. As águias vão defrontar o Vitória SC, que tem estado a realizar um campeonato aquém das expetativas, e este poderá ser o adversário ideal para sarar as feridas provocadas no Estádio do Dragão. Marco Silva tem algumas dores de cabeça para esta partida, mas nada que não se resolva. O treinador encarnado não vai poder contar com os lesionados Daniel Banjaqui, Alexander Bah, Jaden Umeh, Jakub Kaminski e Enzo Barrenechea. Georgiy Sudakov é o único do departamento médico que está em dúvida. Clément Lenglet também não vai a jogo por estar a cumprir castigo após a expulsão frente ao FC Porto. Oportunidade para Alessandro Circati estrear-se como titular no eixo da defesa.  Com Banjaqui e Bah indisponíveis, Fredrik Aursnes irá ocupar o lado direito da defesa. Nada que o médio norueguês já não esteja habituado, pois recentemente desempenhou essa função ao serviço da sua seleção. Em relação a Sudakov, mesmo que entre na convocatória não será titular. Andreas Schjelderup deverá ocupar novamente a posição 10 atrás de Vangelis Pavlidis.

Rui Alves Maria · 5 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.