Grupo C:

Num grupo com muita qualidade, os Campeões Europeus não deram hipóteses a ninguém e fizeram dez pontos em dez possíveis, ficando, como é óbvio, no primeiro lugar do grupo. O melhor marcador foi a estrela da equipa, o ponta esquerdo do Paris-Saint Germain, Uwe Gensheimer, com 33 golos durante a fase de grupos e o guardião Andreas Wolff voltou a brilhar com 41 defesas e 40% de eficácia.

   A Croácia é uma equipa capaz do melhor e do pior e durante a fase de grupos fez o melhor que sabia e perdeu apenas com a Alemanha, tendo terminado no segundo lugar. Luka Cindric, central do Vardar, foi o melhor marcador com 22 golos em cinco jogos. Ivan Stevanovic fez 27 defesas. A estrela, Domagoj Duvnjak, fez 14 golos.

Os Bad Boys cumpriram, e tal como os outros favoritos, ganharam os cinco jogos do grupo Fonte: Deutscher Handballbund
Os Bad Boys cumpriram, e tal como os outros favoritos, ganharam os cinco jogos do grupo
Fonte: Deutscher Handballbund

A Bielorrússia fez mais do que era expectável e passou pela primeira vez à Main Round de um Campeonato do Mundo, tendo terminado no terceiro lugar. Artsem Karalek, pivot do Saint-Raphael, fez uso dos seus 100 kg e marcou 30 golos em cinco jogos. Saldatsenka fez 34 defesas, ajudando a equipa a passar à fase seguinte.

A Hungria tem qualidade para chegar muito longe, mas se não melhorar um pouco, dificilmente conseguirá um lugar no grupo. Desta vez, apurou-se na última vaga para a fase seguinte.  O central dos suíços do Schaffhausen, Gabor Csaszar, foi decisivo com 25 golos em cinco jogos. O inconstante Roland Mikler acabou por ser decisivo com 36 defesas durante a fase de grupos. Apesar de tudo, temos de dar créditos à equipa da Hungria por ter passado à Main Round sem a contribuição da sua maior estrela, Laszlo Nagy, que só participou em dois jogos tendo marcado só um golo.

Anúncio Publicitário

O Chile e a Arábia Saudita não conseguiram surpreender mais do que terem vencido apenas um jogo cada um e lutarão agora pelos lugares entre o 17º e o 24º.