Se em pista coberta a atleta etíope tem demonstrado sucessivamente a sua superioridade, o mesmo não tem acontecido de forma tão acentuada ao ar livre. Depois de um 2014 de altíssimo nível, a atleta etíope viria a conquistar o título mundial um ano depois em Pequim, já depois de alcançar o recorde mundial dos 1.500 metros.

A medalha de Pequim é, ainda assim, o único Ouro em eventos globais de uma atleta que um dia se pensou que poderia vir a ser ainda maior do que a sua irmã. Será ainda possível?